terça-feira, 21 de dezembro de 2010
quinta-feira, 16 de dezembro de 2010
Convite para Janta de Final de Ano do PPS Canoas - Terça, 21 de dezembro às 21h
terça-feira, 7 de dezembro de 2010
Lançamento livro do deputado Berfran Rosado
sábado, 4 de dezembro de 2010
No mundo de hoje, globalizado, costumamos ouvir constantemente em nossos ambientes de trabalho, de estudo, familiares e de relações sociais, a seguinte palavra: QUALIDADE.
Termo de conceito subjetivo: relaciona-se com as percepções pessoais de cada um, por exemplo: um automóvel popular de motorização 1.0, para uma parte dos CLIENTES que procuram um carro econômico e barato, ele é um produto de qualidade; porém observando pelo ponto de vista de outros CLIENTES, que ambicionam um veículo mais potente e mais confortável, tal produto não tem qualidade.
De forma geral podemos dizer: “Qualidade é adequação ao uso”.
QUALIDADE é o que o CLIENTE, não o fornecedor, julga que ela seja!
Qualidade proporciona o retorno do CLIENTE (indivíduo que adquiri ou utiliza o produto ou serviço, que tinha necessidade naquele momento), pela: 2ª vez, 3ª vez, ..., 100ª vez, ... = Fidelidade.
QUALIDADE = Satisfação de Clientes = Sucesso no Negócio
E para atingir tais níveis de excelência, de forma a sobreviverem em um mercado global, cada vez mais voraz e competitivo, empresas e governos (municipais, estaduais e federal) necessitam realizar um GERENCIAMENTO MODERNO, baseado em:
· Produtividade de TODOS (departamentos, secretarias e ministérios), não apenas na mão-de-obra direta;
· TODOS devem ser uma soma e não uma diferença;
· Otimizar recursos, eliminando desperdícios;
· Pensar e agir GLOBALMENTE (mercados internos e externos).
Quem não MEDE, não GERENCIA
Inúmeras são as ferramentas que auxiliam a implementação de tal gerenciamento moderno: ISO 9001, Kaizen, Programa 5S, CEP, 6 Sigma, Planejamento Estratégico, BSC, ...
Mas a principal delas é fazer girar constantemente o Ciclo PDCA (Plan – planejar, Do – fazer, Check – Verificar/medir e Action – Atuar corretivamente), evidenciando a melhoria contínua de todos os processos e aprimorando cada vez mais a QUALIDADE.
Rodrigo Corrêa
email: digorrea@hotmail.com
Elso Corrêa
email: elso.correa@gmail.com
quarta-feira, 24 de novembro de 2010
# LANÇAMENTO LIVRO DEPUTADO BERFRAN ROSADO
É com prazer que o deputado Berfran Rosado convida-lhe para o lançamento de seu livro Rede Gaúcha de Sustentabilidade Ambiental. Sua presença é muito importante!
Data: 13 de dezembro de 2010
Local: Solar dos Câmara, Assembleia Legislativa
Rua: Duque de Caxias, 986, Porto Alegre/RS
Horário: 19h
terça-feira, 9 de novembro de 2010
Incompetência do Ministério da Educação desmoraliza o Enem, diz Freire

Freire: ministro Haddad é "um dos enfants terribles do governo Lula".
Por: Valéria de Oliveira
O presidente nacional do PPS, deputado Roberto Freire (SP), atribuiu à "pura incompetência" do governo, e mais especificamente do Ministério da Educação, a desmoralização por que vem passando o Enem (Exame Nacional do Ensino Médio) por causa de erros nas provas aplicadas a milhões de alunos. O MEC, no atual governo, disse Freire "é uma trapalhada só". Segundo ele, um ministério que admite a censura de Monteiro Lobato "é capaz de toda e qualquer besteira".
O Enem foi realizado no último fim de semana. As provas amarelas continham questões em duplicidade e algumas com o mesmo número. O Inep (Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais) descartou anular o Enem, mas a Justiça do Ceará já suspendeu temporariamente os efeitos do exame.
Não é a primeira vez que o Enem sofre um baque. Ano passado, as provas foram roubadas da gráfica Plural e "vazadas". Outras tiveram de ser aplicadas a milhões de alunos. Freire acha que os episódios são "um sinal de como o nosso sistema educacional está mal". O deputado chamou o ministro da Educação, Fernando Haddad, é "um dos enfants terribles do governo Lula".
Para Freire, não existem interesses em desmoralizar o Enem com os erros nas provas. "É uma desmoralização fruto da incompetência mesmo, não há nenhuma articulação, não". Ele defendeu a reformulação do Enem. "Hoje, ele tem a marca de malfeitorias, mas a idéia de termos uma avaliação nacional é correta e importante para o sistema educacional brasileiro".
Ainda ontem, no twitter do MEC um post afirmava que os alunos que já "dançaram" no Enem tentavam tumultuar com mensagens nas redes sociais e que eles estavam sendo monitorados e acompanhados para posterior processo judicial. Freire disse que a autoridade pública é que deve ser processada e responsabilizada. Ele atribuiu "a intimidação" à falta de argumentos do ministério.
domingo, 31 de outubro de 2010
Último dia de campanha
domingo, 24 de outubro de 2010
sexta-feira, 22 de outubro de 2010
Serra é recebido com festa em Canoas
Fotos: Assessoria de Imprensa / PPS Canoas
quinta-feira, 21 de outubro de 2010
José Serra visita Canoas
José Serra visitará Canoas nesta sexta-feira estando previsto para as 18 horas o deslocamento desde a Estação Mercado da Trensurb até a Estação Canoas/
terça-feira, 19 de outubro de 2010
Comitê da campanha Serra Presidente em Canoas
Entrevista: 'Serra é muito mais de esquerda do que Lula', diz Roberto Freire
Priscila Muniz
Do JC Online
Após mais de três decádas na política pernambucana, o presidente nacional do PPS mudou de domicílio eleitoral e foi eleito deputado federal pelo Estado de São Paulo, com 121.471 votos. A mudança desencadeou críticas de rivais políticos de Roberto Freire, que afirmaram que ele foi para São Paulo porque não tinha mais força política em Pernambuco. Nas últimas eleições que disputou no Estado, em 2002, Freire obteve 54.003 votos, número que garantiu sua vaga no limiar da lista dos eleitos. Em 2006, Freire não disputou a renovação do mandato, sendo candidato a suplente do senador Jarbas Vasconcelos (PMDB).
O político, que iniciou a vida pública no Partido Comunista Brasileiro (PCB), vem ao Recife na próxima quarta-feira (20). O JC Online publica uma entrevista exclusiva com o deputado eleito. Nela, Roberto Freire fala, além da mudança no Estado que representará, do desempenho de seu partido nas eleições, da corrida presidencial no segundo turno e da sua visão sobre o Governo Lula. Confira:
JC Online - Eleitos os proporcionais, como o senhor avalia o desempenho do PPS, partido que preside?
Roberto Freire - O PPS teve um desempenho que era mais ou menos o esperado. Nós perdemos uma cadeira de deputado em relação ao que tínhamos, mas ganhamos um senador, que não tínhamos. Eu diria que o partido aguentou bem o tranco de ter sido uma oposição muito presente ao Governo Lula, e podemos dizer que saímos do pleito sem sofrer uma derrota, ao contrário do que o governo imaginava e gostaria, até mesmo imaginando a minha não-eleição. Eu fui eleito por São Paulo. Um dado importante é que não existe na história um parlamentar eleito por um estado maior do que o que ele representava antes. O caso mais assemelhado a esse foi o de Brizola, que saiu do Rio Grande do Sul e foi para o Rio de Janeiro. Só que Brizola tinha saído como governador do Rio Grande do Sul, e eu apenas como parlamentar de Pernambuco.
JC Online - Depois de mais de três décadas de militância política em Pernambuco, o que o senhor espera dessa nova fase na Câmara Federal como representante do Estado de São Paulo?
R.F. - Pelo ponto de vista da minha atuação haverá pouca mudança, até porque uma característica de desempenho dos meus mandatos é que eu sempre fui um parlamentar nacional. Representava Pernambuco, mas era um parlamentar nacional. Por isso mesmo fui eleito por São Paulo. O que vai mudar é apenas o foco, quando a referência for direta à representação do povo de um determinado estado da federação. Eu vou ter que cuidar, como parlamentar, não apenas das questões nacionais, mas também agora das questões locais do Estado de São Paulo, tal como antes tinha que cuidar das questões de Pernambuco.
JC Online - Como o senhor encara as críticas que lhe foram feitas em virtude da troca de domicílio eleitoral?
R. F. - Críticas de quem? Pelo contrário, eu tenho visto aí em Pernambuco até muita satisfação com essa vitória. A crítica é daqueles que ficaram imaginando que nem para síndico eu me elegeria. Eu nunca perdi eleição em Pernambuco, e continuo sem perder em São Paulo. Em toda a minha vida pública, eu nunca perdi uma eleição parlamentar. As críticas são daqueles que não entendem que eu sou um vitorioso.
JC Online - Como o senhor encarou a vitória de Eduardo Campos (PSB) sobre Jarbas Vasconcelos (PMDB) com uma vantagem tão ampla em Pernambuco?
R.F. - Pernambuco foi um dos estados onde as oposições sofreram uma de suas piores derrotas. Assim como no Ceará. Não foram muitos os estados em que isso ocorreu. Mas de qualquer maneira nada na vida é definitivo, até porque nós estamos agora enfrentando um segundo turno com chances de vitória para as forças políticas que foram derrotadas aí em Pernambuco. No caso de uma vitória de José Serra (PSDB), as forças políticas que foram derrotadas em Pernambuco serão vitoriosas no Brasil.
JC Online - Ideologicamente, o que alinha o PPS à candidatura tucana à presidência?
R.F. - José Serra é um representante mais à esquerda do que o Governo Lula. Temos historicamente uma excelente relação com o que José Serra representa de pensamento. Eu disse em 2002, tão logo terminou a eleição com a vitória de Lula, que Lula tinha sido apoiado pelas esquerdas, mas o candidato de esquerda era Serra. Continuo afirmando isso. E o governo de Lula demonstrou ser um dos governos mais conservadores que a história brasileira conhece. É um governo aliado ao grande capital. É um governo que tem como programa social nada que modifique as relações na sociedade, mas que perpetua essas relações. Esses programas assintencialistas têm essa funcionalidade conservadora, exatamente porque mantêm essas relações sociais, embora possa melhorar a realidade social das pessoas, partindo do ponto de vista econômico. Mas mantêm as mesmas relações, não muda coisa alguma. O Nordeste não mudou em nada, e ainda viu ressurgir todo um coronelismo do qual alguns de seus agentes estavam quase que mortos. Eles ressurgiram das cinzas com o Governo Lula. Estão aí os Collors e Sarneys da vida. São velhos coronéis, velhos representantes das oligarquias, todos eles de novo mandando na política nordestina. Isso é um sinal de que não apenas não houve mudança como houve um retrocesso. Nós defendemos uma posição de um candidato que tem uma visão transformadora, uma visão vinculada à produção, uma visão desenvolvimentista, como é o caso de Serra.
JC Online - O senhor fez uma crítica aos programas assistencialistas, mas o candidato José Serra tem prometido, durante a campanha, manter todos eles, inclusive o Bolsa-Família. O que o senhor acha que ele fará de diferente caso seja eleito?
R.F. - Quando ele (Serra) fala do Bolsa-Família, ele coloca que vai criar todo um programa para que a juventude que está no núcleo familiar do Bolsa-Família tenha uma política para que busquem sua formação técnica e profissional para terem condições de sair do assistencialismo e ir para a produção, através do emprego e do trabalho. Agora deve ficar claro que a minha posição em relação ao Bolsa-Família não é igual à do Serra, até porque eu não penso o que Serra pensa e nem Serra pensa o que eu penso. Cada um de nós tem autonomia, e esse é um dos aspectos pelos quais eu voto em Serra. Nós não pensamos igual, mas eu penso de forma mais parecida ao que pensa Serra do que ao que pensa Dilma, que eu acho que não pensa, e ao que pensa Lula, que eu não concordo.
JC Online - Como o senhor interpretou a posição de independência do PV, que decidiu não apoiar nenhum candidato?
R.F. - Eu respeito a posição, embora ache que foi uma posição equivocada. Não estou dizendo isso porque acho que o correto seria apoiar Serra, não é isso. É que eu acho que todo mecanismo de segundo turno implica que as forças políticas se decidam. Essa posição de independência é uma posição, antes de qualquer outra definição, de omissão. É como se você não tivesse proposto nada ao País. No sistema de dois turnos você busca o projeto político de país que mais se identifica com o que você propôs. Se você não escolhe um dos dois, você parte para a omissão, como se nenhum dos projetos valessem a pena. Como se o seu fosse a única coisa que importasse para o País.
Vox Populi e as pesquisas fajutas
Como sabemos, o resultado do primeiro turno, apesar do eleitor ter sido induzido a votar naquela que aVox Populi já proclamava como eleita, foi de 46% de votos para Dilma e 33% para Serra.
Leia aqui
segunda-feira, 18 de outubro de 2010
Coligação " O Brasil pode mais" faz reunião de mobilização
Roberto Pires Rodrigues, Celso Pitol, José Carlos Patrício,Berfram Rosado, Robson Medeiros, José Orth e Heitor CatarinoSerra vence debate Folha Rede/TV

Serra atacou loteamento promovido pelo governo na Petrobras
Por: Site Serra 45
Considerado pelo grupo de indecisos mediado pela RedeTV! e Folha de S.Paulo, promotoras do evento, como o vencedor do debate, José Serra demonstrou mais uma vez na noite neste domingo (17) os motivos que lhe conferem a posição de candidato mais preparado para assumir o comando do País a partir do dia 1º de janeiro de 2011. Além da trajetória política sólida, sempre conquistada com o apoio popular nas urnas, e da apresentação de propostas concretas, modernas e eficientes para os problemas que afligem o País, Serra ressaltou que a sua candidatura promove os valores éticos e morais, essenciais para o andamento saudável de uma sociedade civil. “Os meus valores são a verdade, a honestidade, a liberdade e a democracia, a justiça e a solidariedade”, registrou. Defensor de um governo de "união", o presidenciável também ratificou sua disposição de tratar todas as regiões e correntes políticas de forma equilibrada e democrática, sem prejuízos para quaisquer partes. "O que que quero para o Brasil é um governo de união nacional, que não desperte o ódio dentro da sociedade brasileira", disse.
Atento aos princípios democráticos – a luta contra a ditadura militar, na segunda metade do século passado, deixou marcas na trajetória do candidato -, Serra pediu que os brasileiros vão às ruas de “cabeça erguida” e “coração leve” nessas duas semanas antes do pleito final. “Conquiste um voto a mais. Braços dados, cabeça erguida, coração leve para, até o dia 31 de outubro, ganhar pelo Brasil”. Voltado às discussões referentes ao futuro, o ex-governador de São Paulo se defendeu da tentativa da campanha adversária de discutir questões ultrapassadas, como a privatização de empresas estatais. “Na véspera da eleição, vem o PT, vem a candidata, e colocam no centro a questão da privatização por uma questão puramente eleitoral. Não tem nada a ver com a agenda do Brasil hoje”, argumentou. Serra também lembrou que desde sua juventude defende o fortalecimento da Petrobrás, atualmente refém do loteamento político promovido pelo governo federal. Contrário à entrega de cargos técnicos para siglas políticas, Serra vai fortalecer empresas como a Petrobrás, os Correios, o BNDES e a Caixa Econômica Federal.
Em vez de apenas criticar ações de adversários e se referir ao passado, José Serra levou para o debate discussões sobre o rumo de temáticas fundamentais para o governo federal, como saúde, educação, segurança pública e infraestrutura. Sempre citando a situação do setor nos últimos oito anos e deixando claro quais são suas intenções como candidato a presidente para otimizá-la, Serra propôs, por exemplo: a implantação de 154 Policlínicas em todos os estados brasileiros, sem exceção, a criação do programa “Mãe Brasileira”, para gestantes e recém-nascidos, a criação de um milhão de novas vagas no ensino técnico, a reestruturação do Enem, o combate aos contrabando de armas e drogas nas fronteiras do País, sobretudo junto à Bolívia, o fortalecimento de ações que retirem do papel obras de infraestrutura que se arrastam há anos, por exemplo. Gestor conhecido pela competência na realização de obras e ações, Serra tem como meta melhorar as estradas e construir e otimizar portos, como o de Pecém, no Ceará, e aeroportos, como o de Porto Seguro, na Bahia.
quarta-feira, 13 de outubro de 2010
Serra no Rio Grande do Sul
Venham todas (os), quarta-feira, dia 13 de outubro, às 12h30min recepcionar o nosso Presidente SERRA 45 em frente ao Hotel Everest (Duque de Caxias ,1357 – POA)!
Ali acontece: Reunião com Deputados, candidatos na eleição 2010, Vereadores e Dirigentes dos partidos que apóiam SERRA. Coletiva de Imprensa.
Após vamos juntos, na grande CAMINHADA, descendo as escadarias da Borges, entrando na Andrades Neves, na Acelyno de Carvalho (rua 24h) seguindo pela rua Uruguay.
Participe! estamos na reta final do segundo turno queremos SERRA 45 Presidente
sexta-feira, 8 de outubro de 2010
Astrojildo Pereira e a cultura brasileira
quinta-feira, 7 de outubro de 2010
120 anos de nascimento de Astrojildo Pereira





Prezados amigos do PPS - por Berfran Rosado
Como candidato a vice-governador na chapa com Yeda Crusius, que buscava a reeleição, mantenho a convicção no acerto da aliança que constituímos, com muito diálogo, nesta eleição no Rio Grande. Durante todo o processo, ficou nítido para nós e para grande parcela da população de que representamos um sólido campo político, que não se afastou, um milímetro sequer, de suas posições, de seus fundamentos e origens. Temos a certeza de termos feito a boa e grande política.
Fizemos uma campanha propositiva, que não deu lugar aos embates pessoais, mesmo quando o governo foi atacado de forma premeditada, visando à candidatura. Apresentamos as realizações de um governo que, com coragem e competência, fez o que nenhum outro conseguiu. Yeda enfrentou e resolveu problemas históricos e cruciais para o desenvolvimento do Rio Grande. E os resultados, em todas as áreas, são substanciais. Para usar apenas um deles - que foi muito utilizado e desvirtuado por um dos adversários - e que trata de crescimento, é importante informar que o RS cresceu mais do que o Brasil neste ano. Nosso Estado teve índices de crescimento de mais de 10%, enquanto o Brasil ficou aquém deste valor, não saindo da casa dos 8%. Enquanto mostrávamos as conquistas alcançadas e as propostas para o segundo mandato, os adversários prometiam fazer o que já estava feito ou em andamento. Ou seja, tratavam de pautas já superadas.
Nós, do PPS, respeitamos a escolha da população e reiteramos que tão importante quanto saber ganhar é saber perder, pois se a nossa foi uma derrota eleitoral, não foi política. O PPS segue com seu propósito de trabalhar pelas pessoas, buscando mecanismos e empreendendo ações que melhorem suas vidas. Seguiremos, atentos, contribuindo para a construção de um Estado melhor, mais moderno, mais desenvolvido e mais humano.
Agradeço e parabenizo a todos que colocaram seus nomes à disposição do PPS neste pleito, destacando, de forma especial, as reeleições de Paulo Odone e Luciano Azevedo, que receberam votações expressivas, orgulhando a todos os integrantes do nosso partido.
Um forte abraço
Berfran Rosado
Deputado Estadual - Presidente do PPS/RS
quarta-feira, 6 de outubro de 2010
PPS pedirá inquérito contra Lula por reunião na Alvorada
Por Gustavo Uribe, da Agência Estado:
O PPS anunciou no início da tarde desta terça-feira, 5, que irá ingressar nesta semana com representação no Ministério Público Eleitoral (MPE) pedindo a abertura de inquérito contra o presidente Luiz Inácio Lula da Silva em decorrência de reunião promovida na manhã desta segunda no Palácio da Alvorada, residência oficial do presidente. O evento contou com a participação de governadores e senadores eleitos que fazem parte da base de apoio do governo. O objetivo foi discutir estratégias para a campanha da candidata do PT, Dilma Rousseff, no segundo turno.
Na representação, o PPS deve alegar que o presidente infringiu o artigo 73 da Lei Eleitoral Nº 9.504/2007, que veda o uso de imóveis públicos em benefício de candidatos. A sigla oposicionista argumenta ainda que a reunião foi feita em “pleno horário de expediente”. “É claramente a utilização de recursos dos cofres públicos para fins eleitorais, o que configura um crime eleitoral”, acusa o deputado federal Raul Jungmann (PPS-PE).
O parlamentar estuda ainda ingressar com representações contra os governadores e senadores presentes no evento, pelo suposto uso de dinheiro público no deslocamento até Brasília, bem como na hospedagem na capital federal. Alguns políticos presentes participaram ontem de encontro com a candidata Dilma e pernoitaram no Distrito Federal.
segunda-feira, 4 de outubro de 2010
Serra convoca Brasil para virar o jogo no segundo turno
Placar zerado. Uma nova partida se inicia neste momento, quando as urnas garantem a José Serra (PSDB) a ida para o segundo turno. Com quase 100% das urnas apuradas, o ex-governador de São Paulo ficou em segundo lugar, com 32,63.% dos votos válidos. Assim, ele já está disputando a eleição presidencial contra Dilma Roussef (PT), que obteve 46,87% dos votos válidos.
Serra recebeu até agora mais de 33 milhões de votos, seguido por Marina Silva (PV), que obteve quase 20 milhões de votos.
Horas depois do resultado, ainda na madrugada de domingo, Serra reforçou o pedido para que os brasileiros confiassem nele também para enfrentantar o segundo turno e apresentou os motivos.
"Vamos governar o Brasil com muito empenho", afirmou Serra, também se comprometendo a lutar por um país "mais justo" e voltou a dizer que o país pode ficar "melhor do que está".
O tucano também disse que é o hora do país conhecer melhor as duas biografias postas nesta etapa da campanha.
“Eu tenho uma só cara, que nem todo mundo acha bonita. Não tenho cofre em casa e todo mundo sabe o que eu penso. Sou a favor da liberdade de imprensa”, disse o tucano, se referindo aos R$ 113 mil em dinheiro que Dilma declarou que guardava em casa.
O candidato do PSDB também disse que vai trabalhar em áreas que o país, na sua avaliação, voltou atrás, citando a saúde e a educação. Também prometeu buscar um crescimento da economia, no sentido de ajudar as pessoas que não encontram trabalho.
Salto alto
O resultado desta votação silencia petistas que já preparavam a festa da vitória na Esplanada dos Ministérios, conforme noticiou a imprensa. Diversos institutos de pesquisa também davam como certa a eleição da petista ainda no primeiro turno.
A tendência é de que com a eleição, já no primeiro turno, dos tucanos Antônio Anastasia para o governo de Minas Gerais e de Geraldo Alckmin, em São Paulo, Serra consiga reunir mais apoio nos dois maiores colégios eleitorais do país.
Outra perspectiva é de que o PSDB e aliados (PPS e DEM) busquem alianças com o PV e com a própria Marina Silva.
A votação em segundo turno será realizada no dia 31 deste mês.
FONTE: Portal PPS Nacional
http://portal.pps.org.br/

