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quinta-feira, 9 de fevereiro de 2012

Em discurso, Odone convoca movimento político para trazer a Copa das Confederações a Porto Alegre

O Deputado Estadual, Paulo Odone, reabriu os grandes debates da Assembleia Legislativa em 2012 com o tema de maior importância no momento para a capital gaúcha e o Rio Grande do Sul: A vinda da Copa do Mundo e a perda da Copa das Confederações, em 2013. “Corremos o maior dos riscos, o risco de não recebermos a Copa. Porque nos falta Mobilização Política. E o que é pior, nos sobra má vontade e oposição inconsequente,” alertou o político sobre o risco do estado ficar de fora do mundial de 2014, como aconteceu com a Copa das Confederações.

No Plenário, o Deputado convocou a Casa para unir esforços e, através de uma ação conjunta, irem até Brasília para tentar reverter a decisão da Fifa sobre a vinda da Copa das Confederações em Porto Alegre. Com o precedente do Estado da Bahia, onde as construtoras envolvidas se comprometeram em entregar o estádio Fonte Nova em tempo para os jogos oficiais da Copa, Odone acredita que ainda há tempo para reverter a situação em Porto Alegre também. “Na Bahia, o Governador Jaques Wagner arregimentou o esforço político e popular e foram à luta, pressionando, exigindo. E levaram. Os recursos foram aumentados e isso incluiu a Bahia na Taça das Confederações. E nós, Deputados gaúchos? E nós? O que estamos fazendo? A perda da Copa das Confederações, em 2013, trará prejuízo para todo o Estado, pois muitas cidades receberiam seleções e turistas, em especial do Uruguai, atual campeão da América e nosso vizinho, que certamente ficaria aqui no Estado,” argumentou

O objetivo desse movimento é sensibilizar todas as esferas políticas do estado e do país para trazer os jogos da Copa para a Arena do Grêmio. “Falo como dirigente esportista e como Deputado, interessado e responsável pela defesa de questões que importam a todo o Rio Grande. A Arena é uma realidade e estará pronta ao final de 2012 com todos os requisitos exigidos pela Fifa. Espero que gente consiga reverter essa situação e a Arena possa abrigar os jogos da Copa das Confederações,” conclamou. Odone disse que o movimento só vai acontecer só vai acontecer se tiver a união, Prefeitura de Porto Alegre e os Governos Estadual e Federal, com o objetivo de levar a demanda para o Comitê Organizador Local (LOC).

Fonte: PPS POA

segunda-feira, 30 de janeiro de 2012

PPS completa 20 anos de luta pela democracia e por reformas estruturais

O Partido Popular Socialista (PPS) completa nesta quinta-feira (26) 20 anos de fundação.
Em texto divulgado pela Direção Nacional, o partido lembra que a transição do PCB para PPS (em 1992) representou, portanto, um esforço consciente de reconstrução da esquerda democrática brasileira.
Leia abaixo íntegra do texto.
" Vinte anos de luta pela democracia e por reformas estruturais
Há exatos vinte anos, no Teatro Zácaro, em São Paulo, os delegados eleitos naquele que foi o último congresso do PCB aprovaram, por ampla maioria, a transformação do partido em PPS. Não se tratou de uma simples mudança de nome e simbologia. Havia uma questão crucial que opunha os partidários da mudança e aqueles que se reorganizaram em torno do antigo nome partidário: reconhecer, ou não, o esgotamento do modelo de mudança social inaugurado com a revolução de outubro de 1917. Ou, na forma afirmativa, defender a democracia como único e necessário caminho para as reformas estruturais no rumo de oportunidades iguais para todos até a superação do sistema capitalista.
O PCB encontrava-se, no campo da esquerda, em condições excepcionais para dar esse passo decisivo. Não apenas em razão da opção clara pelo caminho democrático e de uma política de amplas alianças, afirmada já em 1958, mas, principalmente por ter, no pós 1964, passado por duas experiências poderosas de pedagogia democrática: a resistência à ditadura militar e o apoio à tentativa fracassada de autorreforma do regime soviético. Enquanto o insucesso da perestróika acabou com as ilusões de alcançar o socialismo por meio da economia estatizada e do regime de partido único, a reconquista da democracia no Brasil fortaleceu a confiança na mobilização popular, no voto, na construção de alianças e consensos como instrumentos de mudança.
A fundação do PPS representou, portanto, um esforço consciente de reconstrução da esquerda democrática brasileira, no momento em que a falência dos paradigmas anteriores tornou-se evidente. Esse esforço assentou-se em alguns princípios que diferenciaram de forma clara o PPS das demais alternativas partidárias da esquerda, ainda vinculadas, de forma mais ou menos ortodoxas, a esses paradigmas.
O primeiro é a centralidade da questão democrática. Sem democracia não há mudança sustentável, como mostrou a história dos países que passaram pelo chamado socialismo real. Democracia supõe regras pétreas, como a garantia de direitos individuais e coletivos, mas não pode ser reduzida a um modelo imutável de representação política, como mostra a demanda por canais mais eficientes de participação que se alastra hoje pelo mundo.
O segundo é a garantia de padrões mínimos aceitáveis de equidade social, inalcançáveis em condições de funcionamento desregrado dos mercados mundiais, como mostrou sobejamente o incremento das desigualdades nos anos recentes de prosperidade do capitalismo mundial, padrões esses que longe estão de ser superados com medidas assistencialistas.
O terceiro é a necessidade do desenvolvimento, condição de patamar mínimo de sobrevivência com dignidade que se pretende instituir como padrão para todos. A nova esquerda democrática não ambiciona socializar a pobreza, mas a prosperidade.
O quarto é a incorporação da sustentabilidade como condição do desenvolvimento responsável. Assim como não queremos desenvolvimento às custas da equidade, como tem sido o padrão dos surtos de modernização conservadora no Brasil, tampouco queremos o desenvolvimento às custas das gerações futuras. Nossos descendentes precisam ser incorporados na estratégia da equidade.
Transformar esses princípios em diretrizes e projeto político exige pensar em atores e instrumentos. Consideramos que a esquerda democrática deve dirigir-se a todo cidadão e aos mundos do trabalho e da cultura, mas dialogar preferencialmente com um grupo que representa a maioria deles, com interesse direto na tradução dessas ideias em propostas e programas de governo: aqueles cidadãos vinculados não apenas ao antigo mundo dos trabalhadores formais, mas também ao novo e crescente mundo dos trabalhadores autônomos, familiares, cooperados, micro e pequenos empreendedores.
Evidentemente que, passados vinte anos, os brasileiros obtiveram alguns êxitos, tal como em outros países da América Latina e do planeta, não apenas no plano das liberdades individuais e coletivas mas de alguns avanços sociais e melhores condições de vida, tudo isso a partir da Nova República, como resultado do período historicamente mais longo de institucionalidade democrática vivida pelo país e em decorrência do Plano Real, implantado em 1993, no Governo Itamar, e consolidado no Governo FHC, e da tranquilidade econômica que o mundo viveu de 2002 a 2008.
Porém, após essas duas décadas, é fácil verificar a atualidade da agenda do PPS, não apenas porque o mundo assiste estarrecido e sofre direta ou indiretamente as conseqüências da mais ampla e profunda crise econômico-financeira do capitalismo, mas porque as forças eleitoralmente mais significativas da esquerda brasileira hoje no poder, de um lado perderam-se em um discurso que compactua com a ortodoxia esquerdista e uma prática acomodada às limitações conservadoras impostas pelo sistema político brasileiro, intocado até agora após 11 anos de vigência do petismo; e de outro, dão continuidade a uma política econômico-financeira claramente rendida ao pensamento único e à hegemonia econômica neoliberal, contestada por eles desabridamente antes de chegarem ao Planalto.
Nesse quadro, o PPS prossegue, sem qualquer salvacionismo ou pretensão de exclusividade, com as dificuldades de uma trajetória quase integralmente na oposição, no rastro de seu projeto estratégico: o de reconstruir a esquerda democrática e reformista no Brasil. Nada a estranhar, portanto, do lema do nosso XXVII Congresso, realizado em dezembro passado: unir a esquerda democrática para mudar o país.
Brasília, 26 de janeiro de 2012
Deputado Roberto Freire, presidente nacional do PPS

segunda-feira, 16 de janeiro de 2012

PPS lamenta morte do comunista Fernando Peixoto

Por: Assessoria do PPS

O presidente nacional do PPS, deputado Roberto Freire (PPS-SP), divulgou nota em que lamenta a morte do ator e teatrólogo Fernando Peixoto, ocorrida ontem (15). Ele estava internado no Hospital São Luiz, em São Paulo, por causa de complicações em um antigo tratamento contra tumor no intestino.

Freire ressalta, na nota, que Peixoto foi comunista desde muito jovem e que "suas atividades profissionais estavam sempre marcadas por sua concepção de mundo e pelo sonho de uma sociedade democrática e equânime". Ele chegou a ser membro do Comitê Central do PCB. Leia íntegra da nota de Freire abaixo:

"Uma enorme perda para o Brasil

O Brasil perdeu hoje (15/01/2012) um dos seus mais importantes homens de teatro – o gaucho Fernando Peixoto. Internado no Hospital São Luiz, em São Paulo, desde dezembro, ele morreu, aos 74 anos, após complicações no seu tratamento contra um tumor no intestino, o qual se arrastava há vários anos. Iniciando sua carreira teatral, em Porto Alegre/RS, em 1953, dez anos depois mudou-se para São Paulo, onde se ligou ao Teatro Oficina e logo depois ao Teatro de Arena. Além de excelente intérprete, tanto no teatro como no cinema, foi diretor teatral de peças que comoveram os brasileiros, tradutor de obras clássicas de Bertolt Brecht, autor de vários e imprescindíveis livros sobre teatro, além de professor e dirigente de coleções nas editoras Paz e Terra e Hucitec, deixando uma rara marca de simultaneidade na produção artística e teórica.

Comunista desde muito jovem, suas atividades profissionais estavam sempre marcadas por sua concepção de mundo e pelo sonho de uma sociedade democrática e equânime. Na segunda metade dos anos 1980, ele chegou a ser membro do Comitê Central do Partido Comunista Brasileiro, motivo de justo orgulho dele, do nosso partido e meu pessoalmente. No período da resistência democrática, organizou e dirigiu shows pela anistia, realizados como protesto nos tempos da ditadura militar, com a participação de Chico Buarque, Milton Nascimento, Quinteto Violado e outros grandes artistas nacionais, ao lado de suas atividades no teatro e como escritor, e escrevendo regularmente em alguns dos mais importantes órgãos da imprensa alternativa, como os semanários Opinião, Movimento, A Voz da Unidade (porta-voz do PCB), e as revistas Civilização Brasileira, Argumento, Debate & Crítica, etc.

O PPS, herdeiro do melhor da cultura pecebista, lamenta a morte desta figura singular da vida cultural brasileira, que deu inestimável contribuição ao elaborar e batalhar para termos um teatro no Brasil antenado com o melhor que se faz no mundo, e transmite aos seus familiares, amigos e companheiros de labuta teatral as suas mais sentidas condolências.

Brasília, 15 de janeiro de 2012

Deputado Roberto Freire"

sábado, 17 de dezembro de 2011

O PPS DO RS NA TV

Prezados(as) Companheiros(as)



Comunicamos que nos dias 23, 26, 28 e 30 de dezembro de 2011, o PPS estará na TV e no rádio em inserções gratuitas, conforme legislação eleitoral.

Contamos com o prestígio de sua audiência.



Diretório Estadual do PPS/RS

Rua Pelotas, 280 – Cep: 90220-110

Bairro: Floresta - Porto Alegre/RS

Fone/fax: 51-32214444

Site: www.rs.pps.org.br E-mail: ppsrs@terra.com.br

segunda-feira, 12 de dezembro de 2011

Janta PPS Canoas

Prezados Companheiros,



Pelo presente, temos o prazer de convidá-lo para o jantar de final de ano do PPS de Canoas, a ser realizado no dia 14 dezembro, às 20:30hs, no CTG Rancho Criolo, localizado na Av. Inconfidencia, com o custo de R$17,50 por pessoa. Solicitamos outrossim, a confirmação da presença, bem como o número de acompanhantes, até terça-feira.

Contamos com a presença de todos.



Celso Pitol
Presidente PPS canoas

segunda-feira, 21 de novembro de 2011

2014: PPS para presidente já!

Por: Raul Jungmann


Raul Jungmann *

Partidos existem para reunir forças sociais, políticas e econômicas, visando assumir o poder e, lá chegando, tocar o seu programa.

Nós, do PPS, estamos longe disso e temos pela frente dois caminhos. Um, para reverter essa situação; outro, para seguirmos paralisados.

O segundo é o de continuarmos como sócios menores do projeto nacional do PSDB, sem sermos ouvidos ou considerados para quase nada. O outro, para sairmos da paralisia, é o de retomarmos nossa caminhada de 1989, 1998 e 2002, rumo a um projeto autônomo e próprio de poder.

Da minha parte, fico com a segunda opção pelos motivos a seguir expostos, iniciando pelos resultados dos pleitos recentes.

Em 1998 tivemos 870 mil votos, entre nominais e de legenda, para o Congresso Nacional. Em 2002, foram 2.648 milhões, o triplo da votação anterior, que se tornarão 3.535 milhões em 2006, para refluírem a 2.536 mi em 2010, numa queda de 28% dos votos apurados.

O que explica esse sobe e desce no período em questão? Simples: em 98 e 2002 tivemos candidato a presidente da República, angariando apoios e conquistando lideranças regionais Brasil afora.

Já o nosso crescimento em 2006, mesmo não disputando, se dá pela colheita dos votos das estruturas estaduais que, atraídas pelo nosso projeto presidencial, permaneceram conosco por algum tempo após deixarmos o governo Lula, no fim de 2004.

Fruto disso, nossa bancada federal, de apenas 3 membros em 98, salta para 22 em 2006, para regredir a 12 em 2010.

Portanto, resta claro que o crescimento partidário, em âmbito nacional, associa-se à disputa pelo poder central e à expectativa daí derivada. Ergo, se queremos de fato expandir as nossas forças, temos que nos preparar para a disputa de 2014 desde já.

Os argumentos contrários a essa afirmação são basicamente dois. Vejamos quais são eles.

O primeiro, parte da nossa fragilidade, nossa módica representação e estrutura, para negar a razoabilidade de entrarmos numa disputa dessas. Ao que perguntamos: acaso em 89 com Roberto Freire em 98 e 2002 com Ciro Gomes éramos grandes ou tínhamos a dimensão e o tamanho que temos hoje? E o PV em 2010 com Marina? E qual foi o resultado, em termos eleitorais e partidários para ambos? Claramente positivo, ainda que, por diferentes (des)caminhos, tenhamos subseqüentemente malversado os ativos conquistados.

A verdade é que o sucesso ou fracasso político em uma disputa presidencial não resulta exclusivamente do tamanho de quem a postula. Mas sim de outros fatores como consistência, articulação, ousadia e originalidade. E isso, creio eu, nós temos bastante para oferecer.

A segunda das questões contrapostas, remete às nossas caras tradições aliancistas. Desde sempre atuamos em frentes políticas, seja no dia a dia da política, seja nas disputas eleitorais.

Saindo sozinhos, afirmam os contrários, nos isolaremos e deixaremos para trás o nosso papel de demiurgos de coalizões políticas que permitiram avanços democráticos e sociais históricos.

Como exemplo, cita-se a anistia, constituinte, diretas já, etc. Por essa ótica, fomos nós os grandes articuladores, quando não os formuladores, desses magnos momentos da nossa história política. O que não nos garantiu, a posteriori, um lugar ou espaço condizentes com nossa contribuição e esforço.

Ao contrário, alguns que pouco fizeram, ou mesmo foram contrários, estão muito bem, vide o PT. Enquanto nós, plenos de nobreza, intenções e generosidade, quais mendigos barrados do baile, narramos nossas glórias na calçada da amargura...

Aliás, sempre que ouço nossos líderes recitarem que não se pode contar a história do nosso país sem referir-se aos nossos feitos, da industrialização ao retorno a democracia, pergunto-me: por que nunca conseguimos surfar nos nossos sucessos ou deles tirar proveito para sermos grandes?...

Ter candidato próprio a presidente da República não significa deixar o campo da oposição ao qual pertencemos. Tão pouco romper a unidade e as alianças políticas que temos, seja com o PSDB ou com o DEM.

Ter candidato próprio significa competirmos eleitoralmente com nossos aliados e adversários para melhorarmos nossa posição relativa, explorando todas as possibilidades que a oportunidade do pleito nacionalmente nos oferece. E sem contra indicações.

Em 2006, quando ensaiamos uma candidatura presidencial, tínhamos contra nós a verticalização. Esta poderia comprometer a formação de bancadas federais e estaduais. Daí a enorme resistência encontrada por Roberto Freire ao seu projeto de disputar o poder central. Agora não: Inexistem verticalização e riscos para nossa representação parlamentar.

Ao contrário, a candidatura presidencial deverá atuar como motor dos nossos candidatos ao parlamento. Além do que, disputado em dois turnos, o pleito de 2014 nos oferecerá a chance de, num provável segundo turno, nos agregarmos a um dos projetos em disputa e com o qual maior seja nossa identificação, em caso de insucesso nosso na primeira volta. Portanto, não temos nada a perder e tudo a ganhar.

Dentre os ganhos, o maior de todos será a afirmação e massificação da nossa identidade partidária e projeto para o país. Não por acaso, as teses do XVII Congresso Nacional destacam a indistinção com que somos percebidos pela opinião pública e eleitorado, como nossa maior debilidade. Isto é, nos faz falta uma “face”, uma marca que nos distinga dos demais partidos.

Daí se deduz que só a participação reiterada em todos os pleitos possíveis, em especial o presidencial, é o mais poderoso antídoto que temos ao nosso dispor para superarmos esse problema.

Inversamente, secundarmos o projeto do PSDB já no primeiro turno nos negará essa conquista em troca de parcos ganhos.

A verdade é que não somos considerados, sequer respeitados, pelos tucanos. Exemplo disso é de que foi com o DEM que eles constituíram uma comissão eleitoral nacional para dividir as capitais e cidades de grande e médio porte entre si. Mas esse é apenas um exemplo do desdém que nos vota o PSDB.

Mais importante é assinalar que nem tucanos nem demistas estão aptos a concluir a transição para uma plena democracia, realizar as reformas que são necessárias, inclusive a do Estado, e a universalização de serviços da saúde e educação com qualidade.

Pergunto: alguém mais que se dispõe a romper radicalmente com o predomínio da corrupção sobre a política, que vemos pipocar diariamente na forma de escândalos recorrentes?

Quem pode propor isso em sua amplitude, urgência e responsabilidade para com a nação somos nós.

Sem dúvida, o nosso desafio imediato é a disputa de 2012. Entretanto, é agora que tomaremos ou não a decisão de disputarmos 2014 ou será tarde demais. Lembrando que faz toda a diferença entrarmos na disputa de prefeituras e câmaras municipais em nome de projetos locais de poder ou em nome de um projeto nacional próprio.

Pressinto que há espaço para nos colocarmos nacionalmente e sermos ouvidos. Ainda que 2014 não nos reserve a vitória, nosso compromisso com o Brasil nos obriga a nos dirigirmos aos brasileiros com uma programa de reformas indelegável.

Adiante, talvez em 2018, colheremos a semente plantada pelo nosso gesto, ousadia e compromisso. E é no nosso XVII Congresso Nacional que se dará o momento e a oportunidade da sua semeadura.

Raul Jungmann é presidente do PPS em Pernambuco. Foi ministro do Desenvolvimento Agrário e deputado federal.

segunda-feira, 17 de outubro de 2011

PPS Canoas elege nova executiva e novo diretório

O PPS de Canoas, realizou no último fim de semana, o seu Congresso Municipal, para eleger o o novo Diretório Municipal, Conselho de ética, Conselho Fiscal, bem como sua nova Executiva, sendo reeleito Celso Pitol, para presidir o partido para o biênio 2012/2014. Após a eleição, o novo Presidente anunciou a disposição do Partido em continuar na coligação Jairo Jorge e Beth Colombo, para as eleições de 2012. Também, foi anunciado que o Partido conseguiu estabelecer uma nominata de candidatos para a Camara de Vereadores nas eleições de 2012.