domingo, 31 de outubro de 2010
Último dia de campanha
domingo, 24 de outubro de 2010
sexta-feira, 22 de outubro de 2010
Serra é recebido com festa em Canoas
Fotos: Assessoria de Imprensa / PPS Canoas
quinta-feira, 21 de outubro de 2010
José Serra visita Canoas
José Serra visitará Canoas nesta sexta-feira estando previsto para as 18 horas o deslocamento desde a Estação Mercado da Trensurb até a Estação Canoas/
terça-feira, 19 de outubro de 2010
Comitê da campanha Serra Presidente em Canoas
Entrevista: 'Serra é muito mais de esquerda do que Lula', diz Roberto Freire
Priscila Muniz
Do JC Online
Após mais de três decádas na política pernambucana, o presidente nacional do PPS mudou de domicílio eleitoral e foi eleito deputado federal pelo Estado de São Paulo, com 121.471 votos. A mudança desencadeou críticas de rivais políticos de Roberto Freire, que afirmaram que ele foi para São Paulo porque não tinha mais força política em Pernambuco. Nas últimas eleições que disputou no Estado, em 2002, Freire obteve 54.003 votos, número que garantiu sua vaga no limiar da lista dos eleitos. Em 2006, Freire não disputou a renovação do mandato, sendo candidato a suplente do senador Jarbas Vasconcelos (PMDB).
O político, que iniciou a vida pública no Partido Comunista Brasileiro (PCB), vem ao Recife na próxima quarta-feira (20). O JC Online publica uma entrevista exclusiva com o deputado eleito. Nela, Roberto Freire fala, além da mudança no Estado que representará, do desempenho de seu partido nas eleições, da corrida presidencial no segundo turno e da sua visão sobre o Governo Lula. Confira:
JC Online - Eleitos os proporcionais, como o senhor avalia o desempenho do PPS, partido que preside?
Roberto Freire - O PPS teve um desempenho que era mais ou menos o esperado. Nós perdemos uma cadeira de deputado em relação ao que tínhamos, mas ganhamos um senador, que não tínhamos. Eu diria que o partido aguentou bem o tranco de ter sido uma oposição muito presente ao Governo Lula, e podemos dizer que saímos do pleito sem sofrer uma derrota, ao contrário do que o governo imaginava e gostaria, até mesmo imaginando a minha não-eleição. Eu fui eleito por São Paulo. Um dado importante é que não existe na história um parlamentar eleito por um estado maior do que o que ele representava antes. O caso mais assemelhado a esse foi o de Brizola, que saiu do Rio Grande do Sul e foi para o Rio de Janeiro. Só que Brizola tinha saído como governador do Rio Grande do Sul, e eu apenas como parlamentar de Pernambuco.
JC Online - Depois de mais de três décadas de militância política em Pernambuco, o que o senhor espera dessa nova fase na Câmara Federal como representante do Estado de São Paulo?
R.F. - Pelo ponto de vista da minha atuação haverá pouca mudança, até porque uma característica de desempenho dos meus mandatos é que eu sempre fui um parlamentar nacional. Representava Pernambuco, mas era um parlamentar nacional. Por isso mesmo fui eleito por São Paulo. O que vai mudar é apenas o foco, quando a referência for direta à representação do povo de um determinado estado da federação. Eu vou ter que cuidar, como parlamentar, não apenas das questões nacionais, mas também agora das questões locais do Estado de São Paulo, tal como antes tinha que cuidar das questões de Pernambuco.
JC Online - Como o senhor encara as críticas que lhe foram feitas em virtude da troca de domicílio eleitoral?
R. F. - Críticas de quem? Pelo contrário, eu tenho visto aí em Pernambuco até muita satisfação com essa vitória. A crítica é daqueles que ficaram imaginando que nem para síndico eu me elegeria. Eu nunca perdi eleição em Pernambuco, e continuo sem perder em São Paulo. Em toda a minha vida pública, eu nunca perdi uma eleição parlamentar. As críticas são daqueles que não entendem que eu sou um vitorioso.
JC Online - Como o senhor encarou a vitória de Eduardo Campos (PSB) sobre Jarbas Vasconcelos (PMDB) com uma vantagem tão ampla em Pernambuco?
R.F. - Pernambuco foi um dos estados onde as oposições sofreram uma de suas piores derrotas. Assim como no Ceará. Não foram muitos os estados em que isso ocorreu. Mas de qualquer maneira nada na vida é definitivo, até porque nós estamos agora enfrentando um segundo turno com chances de vitória para as forças políticas que foram derrotadas aí em Pernambuco. No caso de uma vitória de José Serra (PSDB), as forças políticas que foram derrotadas em Pernambuco serão vitoriosas no Brasil.
JC Online - Ideologicamente, o que alinha o PPS à candidatura tucana à presidência?
R.F. - José Serra é um representante mais à esquerda do que o Governo Lula. Temos historicamente uma excelente relação com o que José Serra representa de pensamento. Eu disse em 2002, tão logo terminou a eleição com a vitória de Lula, que Lula tinha sido apoiado pelas esquerdas, mas o candidato de esquerda era Serra. Continuo afirmando isso. E o governo de Lula demonstrou ser um dos governos mais conservadores que a história brasileira conhece. É um governo aliado ao grande capital. É um governo que tem como programa social nada que modifique as relações na sociedade, mas que perpetua essas relações. Esses programas assintencialistas têm essa funcionalidade conservadora, exatamente porque mantêm essas relações sociais, embora possa melhorar a realidade social das pessoas, partindo do ponto de vista econômico. Mas mantêm as mesmas relações, não muda coisa alguma. O Nordeste não mudou em nada, e ainda viu ressurgir todo um coronelismo do qual alguns de seus agentes estavam quase que mortos. Eles ressurgiram das cinzas com o Governo Lula. Estão aí os Collors e Sarneys da vida. São velhos coronéis, velhos representantes das oligarquias, todos eles de novo mandando na política nordestina. Isso é um sinal de que não apenas não houve mudança como houve um retrocesso. Nós defendemos uma posição de um candidato que tem uma visão transformadora, uma visão vinculada à produção, uma visão desenvolvimentista, como é o caso de Serra.
JC Online - O senhor fez uma crítica aos programas assistencialistas, mas o candidato José Serra tem prometido, durante a campanha, manter todos eles, inclusive o Bolsa-Família. O que o senhor acha que ele fará de diferente caso seja eleito?
R.F. - Quando ele (Serra) fala do Bolsa-Família, ele coloca que vai criar todo um programa para que a juventude que está no núcleo familiar do Bolsa-Família tenha uma política para que busquem sua formação técnica e profissional para terem condições de sair do assistencialismo e ir para a produção, através do emprego e do trabalho. Agora deve ficar claro que a minha posição em relação ao Bolsa-Família não é igual à do Serra, até porque eu não penso o que Serra pensa e nem Serra pensa o que eu penso. Cada um de nós tem autonomia, e esse é um dos aspectos pelos quais eu voto em Serra. Nós não pensamos igual, mas eu penso de forma mais parecida ao que pensa Serra do que ao que pensa Dilma, que eu acho que não pensa, e ao que pensa Lula, que eu não concordo.
JC Online - Como o senhor interpretou a posição de independência do PV, que decidiu não apoiar nenhum candidato?
R.F. - Eu respeito a posição, embora ache que foi uma posição equivocada. Não estou dizendo isso porque acho que o correto seria apoiar Serra, não é isso. É que eu acho que todo mecanismo de segundo turno implica que as forças políticas se decidam. Essa posição de independência é uma posição, antes de qualquer outra definição, de omissão. É como se você não tivesse proposto nada ao País. No sistema de dois turnos você busca o projeto político de país que mais se identifica com o que você propôs. Se você não escolhe um dos dois, você parte para a omissão, como se nenhum dos projetos valessem a pena. Como se o seu fosse a única coisa que importasse para o País.
Vox Populi e as pesquisas fajutas
Como sabemos, o resultado do primeiro turno, apesar do eleitor ter sido induzido a votar naquela que aVox Populi já proclamava como eleita, foi de 46% de votos para Dilma e 33% para Serra.
Leia aqui
segunda-feira, 18 de outubro de 2010
Coligação " O Brasil pode mais" faz reunião de mobilização
Roberto Pires Rodrigues, Celso Pitol, José Carlos Patrício,Berfram Rosado, Robson Medeiros, José Orth e Heitor CatarinoSerra vence debate Folha Rede/TV

Serra atacou loteamento promovido pelo governo na Petrobras
Por: Site Serra 45
Considerado pelo grupo de indecisos mediado pela RedeTV! e Folha de S.Paulo, promotoras do evento, como o vencedor do debate, José Serra demonstrou mais uma vez na noite neste domingo (17) os motivos que lhe conferem a posição de candidato mais preparado para assumir o comando do País a partir do dia 1º de janeiro de 2011. Além da trajetória política sólida, sempre conquistada com o apoio popular nas urnas, e da apresentação de propostas concretas, modernas e eficientes para os problemas que afligem o País, Serra ressaltou que a sua candidatura promove os valores éticos e morais, essenciais para o andamento saudável de uma sociedade civil. “Os meus valores são a verdade, a honestidade, a liberdade e a democracia, a justiça e a solidariedade”, registrou. Defensor de um governo de "união", o presidenciável também ratificou sua disposição de tratar todas as regiões e correntes políticas de forma equilibrada e democrática, sem prejuízos para quaisquer partes. "O que que quero para o Brasil é um governo de união nacional, que não desperte o ódio dentro da sociedade brasileira", disse.
Atento aos princípios democráticos – a luta contra a ditadura militar, na segunda metade do século passado, deixou marcas na trajetória do candidato -, Serra pediu que os brasileiros vão às ruas de “cabeça erguida” e “coração leve” nessas duas semanas antes do pleito final. “Conquiste um voto a mais. Braços dados, cabeça erguida, coração leve para, até o dia 31 de outubro, ganhar pelo Brasil”. Voltado às discussões referentes ao futuro, o ex-governador de São Paulo se defendeu da tentativa da campanha adversária de discutir questões ultrapassadas, como a privatização de empresas estatais. “Na véspera da eleição, vem o PT, vem a candidata, e colocam no centro a questão da privatização por uma questão puramente eleitoral. Não tem nada a ver com a agenda do Brasil hoje”, argumentou. Serra também lembrou que desde sua juventude defende o fortalecimento da Petrobrás, atualmente refém do loteamento político promovido pelo governo federal. Contrário à entrega de cargos técnicos para siglas políticas, Serra vai fortalecer empresas como a Petrobrás, os Correios, o BNDES e a Caixa Econômica Federal.
Em vez de apenas criticar ações de adversários e se referir ao passado, José Serra levou para o debate discussões sobre o rumo de temáticas fundamentais para o governo federal, como saúde, educação, segurança pública e infraestrutura. Sempre citando a situação do setor nos últimos oito anos e deixando claro quais são suas intenções como candidato a presidente para otimizá-la, Serra propôs, por exemplo: a implantação de 154 Policlínicas em todos os estados brasileiros, sem exceção, a criação do programa “Mãe Brasileira”, para gestantes e recém-nascidos, a criação de um milhão de novas vagas no ensino técnico, a reestruturação do Enem, o combate aos contrabando de armas e drogas nas fronteiras do País, sobretudo junto à Bolívia, o fortalecimento de ações que retirem do papel obras de infraestrutura que se arrastam há anos, por exemplo. Gestor conhecido pela competência na realização de obras e ações, Serra tem como meta melhorar as estradas e construir e otimizar portos, como o de Pecém, no Ceará, e aeroportos, como o de Porto Seguro, na Bahia.
quarta-feira, 13 de outubro de 2010
Serra no Rio Grande do Sul
Venham todas (os), quarta-feira, dia 13 de outubro, às 12h30min recepcionar o nosso Presidente SERRA 45 em frente ao Hotel Everest (Duque de Caxias ,1357 – POA)!
Ali acontece: Reunião com Deputados, candidatos na eleição 2010, Vereadores e Dirigentes dos partidos que apóiam SERRA. Coletiva de Imprensa.
Após vamos juntos, na grande CAMINHADA, descendo as escadarias da Borges, entrando na Andrades Neves, na Acelyno de Carvalho (rua 24h) seguindo pela rua Uruguay.
Participe! estamos na reta final do segundo turno queremos SERRA 45 Presidente
sexta-feira, 8 de outubro de 2010
Astrojildo Pereira e a cultura brasileira
quinta-feira, 7 de outubro de 2010
120 anos de nascimento de Astrojildo Pereira





Prezados amigos do PPS - por Berfran Rosado
Como candidato a vice-governador na chapa com Yeda Crusius, que buscava a reeleição, mantenho a convicção no acerto da aliança que constituímos, com muito diálogo, nesta eleição no Rio Grande. Durante todo o processo, ficou nítido para nós e para grande parcela da população de que representamos um sólido campo político, que não se afastou, um milímetro sequer, de suas posições, de seus fundamentos e origens. Temos a certeza de termos feito a boa e grande política.
Fizemos uma campanha propositiva, que não deu lugar aos embates pessoais, mesmo quando o governo foi atacado de forma premeditada, visando à candidatura. Apresentamos as realizações de um governo que, com coragem e competência, fez o que nenhum outro conseguiu. Yeda enfrentou e resolveu problemas históricos e cruciais para o desenvolvimento do Rio Grande. E os resultados, em todas as áreas, são substanciais. Para usar apenas um deles - que foi muito utilizado e desvirtuado por um dos adversários - e que trata de crescimento, é importante informar que o RS cresceu mais do que o Brasil neste ano. Nosso Estado teve índices de crescimento de mais de 10%, enquanto o Brasil ficou aquém deste valor, não saindo da casa dos 8%. Enquanto mostrávamos as conquistas alcançadas e as propostas para o segundo mandato, os adversários prometiam fazer o que já estava feito ou em andamento. Ou seja, tratavam de pautas já superadas.
Nós, do PPS, respeitamos a escolha da população e reiteramos que tão importante quanto saber ganhar é saber perder, pois se a nossa foi uma derrota eleitoral, não foi política. O PPS segue com seu propósito de trabalhar pelas pessoas, buscando mecanismos e empreendendo ações que melhorem suas vidas. Seguiremos, atentos, contribuindo para a construção de um Estado melhor, mais moderno, mais desenvolvido e mais humano.
Agradeço e parabenizo a todos que colocaram seus nomes à disposição do PPS neste pleito, destacando, de forma especial, as reeleições de Paulo Odone e Luciano Azevedo, que receberam votações expressivas, orgulhando a todos os integrantes do nosso partido.
Um forte abraço
Berfran Rosado
Deputado Estadual - Presidente do PPS/RS
quarta-feira, 6 de outubro de 2010
PPS pedirá inquérito contra Lula por reunião na Alvorada
Por Gustavo Uribe, da Agência Estado:
O PPS anunciou no início da tarde desta terça-feira, 5, que irá ingressar nesta semana com representação no Ministério Público Eleitoral (MPE) pedindo a abertura de inquérito contra o presidente Luiz Inácio Lula da Silva em decorrência de reunião promovida na manhã desta segunda no Palácio da Alvorada, residência oficial do presidente. O evento contou com a participação de governadores e senadores eleitos que fazem parte da base de apoio do governo. O objetivo foi discutir estratégias para a campanha da candidata do PT, Dilma Rousseff, no segundo turno.
Na representação, o PPS deve alegar que o presidente infringiu o artigo 73 da Lei Eleitoral Nº 9.504/2007, que veda o uso de imóveis públicos em benefício de candidatos. A sigla oposicionista argumenta ainda que a reunião foi feita em “pleno horário de expediente”. “É claramente a utilização de recursos dos cofres públicos para fins eleitorais, o que configura um crime eleitoral”, acusa o deputado federal Raul Jungmann (PPS-PE).
O parlamentar estuda ainda ingressar com representações contra os governadores e senadores presentes no evento, pelo suposto uso de dinheiro público no deslocamento até Brasília, bem como na hospedagem na capital federal. Alguns políticos presentes participaram ontem de encontro com a candidata Dilma e pernoitaram no Distrito Federal.
segunda-feira, 4 de outubro de 2010
Serra convoca Brasil para virar o jogo no segundo turno
Placar zerado. Uma nova partida se inicia neste momento, quando as urnas garantem a José Serra (PSDB) a ida para o segundo turno. Com quase 100% das urnas apuradas, o ex-governador de São Paulo ficou em segundo lugar, com 32,63.% dos votos válidos. Assim, ele já está disputando a eleição presidencial contra Dilma Roussef (PT), que obteve 46,87% dos votos válidos.
Serra recebeu até agora mais de 33 milhões de votos, seguido por Marina Silva (PV), que obteve quase 20 milhões de votos.
Horas depois do resultado, ainda na madrugada de domingo, Serra reforçou o pedido para que os brasileiros confiassem nele também para enfrentantar o segundo turno e apresentou os motivos.
"Vamos governar o Brasil com muito empenho", afirmou Serra, também se comprometendo a lutar por um país "mais justo" e voltou a dizer que o país pode ficar "melhor do que está".
O tucano também disse que é o hora do país conhecer melhor as duas biografias postas nesta etapa da campanha.
“Eu tenho uma só cara, que nem todo mundo acha bonita. Não tenho cofre em casa e todo mundo sabe o que eu penso. Sou a favor da liberdade de imprensa”, disse o tucano, se referindo aos R$ 113 mil em dinheiro que Dilma declarou que guardava em casa.
O candidato do PSDB também disse que vai trabalhar em áreas que o país, na sua avaliação, voltou atrás, citando a saúde e a educação. Também prometeu buscar um crescimento da economia, no sentido de ajudar as pessoas que não encontram trabalho.
Salto alto
O resultado desta votação silencia petistas que já preparavam a festa da vitória na Esplanada dos Ministérios, conforme noticiou a imprensa. Diversos institutos de pesquisa também davam como certa a eleição da petista ainda no primeiro turno.
A tendência é de que com a eleição, já no primeiro turno, dos tucanos Antônio Anastasia para o governo de Minas Gerais e de Geraldo Alckmin, em São Paulo, Serra consiga reunir mais apoio nos dois maiores colégios eleitorais do país.
Outra perspectiva é de que o PSDB e aliados (PPS e DEM) busquem alianças com o PV e com a própria Marina Silva.
A votação em segundo turno será realizada no dia 31 deste mês.
FONTE: Portal PPS Nacional
http://portal.pps.org.br/
Com expressiva votação em Canoas, Paulo Odone se reelege Deputado Estadual
Mesmo competindo em uma cidade com 17 candidaturas próprias, Paulo Odone contou com o apoio de seus correligionários e sua imensa legião de eleitores, se tornando o segundo Deputado Estadual de fora de Canoas com maior votação na cidade - ficando inclusive à frente de tradicionais figuras políticas de nosso município. Fruto de muito trabalho e dedicação de nossos companheiros.
A todos que nos apoiaram nesta caminhada, nosso mais profundo agradecimento.
sexta-feira, 1 de outubro de 2010
TRINTA MOTIVOS PARA VOTAR NA YEDA
1. Yeda foi quem colocou as contas do Estado em dia, depois de quatro décadas de déficit continuados. Agora, o Estado caminha com a cabeça erguida porque depende dele próprio para tocar os projetos de seu interesse;
2. Com Yeda no Governo por mais quatro anos, o Estado do RS vai continuar a manter as contas em dia. Dessa forma, sobra mais dinheiro para investir na saúde, educação, segurança, habitação e em transporte;
3. O Governo da Yeda foi quem regionalizou o orçamento do Estado, de forma pioneira no Brasil. Assim, cada região sabe quanto contribuiu para o orçamento e quanto vai receber de volta do orçamento;
4. Desde o primeiro dia do Governo Yeda, ela foi incansável no enfrentamento dos graves problemas estruturais que afligiam o Estado. Todos perdiam com o desequilíbrio das contas. Ao final, foi promovido o maior e mais rápido ajuste das contas já realizado no Brasil, importante para nossos filhos e netos;
5 Fim dos conflitos. Com Yeda não só o executivo participou da recuperação das finanças os demais Poderes e Órgãos deste Estado (Tribunal de Justiça, Assembleia Legislativa, Tribunal de Contas, Ministério Público, Defensoria Pública, Procuradoria Geral, Autarquias e Fundações desse Estado), também participaram.
6. Em 2007, a operação de capitalização do Banrisul rendeu ao Estado R$ 2,1 bilhões, sendo que R$ 1,3 bilhão foi originalmente para contas previdenciárias e R$ 800 milhões para o próprio Banrisul. O Estado do RS ainda detém 99,6% do controle acionário do Banco;
7. Em 2008, o Estado do Rio Grande do Sul fez a maior operação de crédito já concedida pelo Banco Mundial a um ente subnacional, de US$ 1,1 bilhão, aproximadamente, R$ 2,0 bilhões, para trocar dívidas com juro alto por outra com juro baixo. Somente nos primeiros dois anos, deixou-se de pagar mais de R$ 200 milhões, referente com parcelas menores e com o alongamento de prazo. Ao final do contrato, estima-se uma economia de R$ 600 milhões. Vários Estados e Municípios do Brasil estão seguindo o exemplo do RS. Assim, pode-se surgir um novo jeito para que a dívida do Estado com a União possa ter o mesmo desfecho, isto é, pegar dinheiro mais barato e trocar o perfil da dívida com a União, que tem por contrato o IGP-DI mais 6% ao ano, que, em 2010, o índice total deve chegar a mais ou menos 15,0% (IGP-DI, de 9,0%). Um empréstimo com a taxa libor está na ordem de 2,5% ao ano;
8. Comparação do Resultado Orçamentário e Primário, atualizado pelo IGP-DI médio, dos últimos três governos – Em R$ milhões:
Especificação | GOVERNO OLIVIO 1999-2002 | GOVERNO RIGOTTO 2003-2006 | GOVERNO YEDA 2007-2009 |
Resultado Orçamentário | -5.301- | -3.861- | +1.156 |
Resultado Primário | -2.579 | +1.131 | +4.867 |
Fonte: Mensagem de 2010 da Governadora à ALRS.
9. Yeda destinará ao longo de sua gestão R$ 6 bilhões em investimentos.
10. O governo Yeda foi o pioneiro em projetos de Parcerias Público-Privadas. São obras na área de segurança (com a construção de presídio para 3.000 apenados, em Canoas); na área de transporte a estrada do Progresso (com a construção de uma alternativa leste da BR-116, ligando Porto Alegre com Sapiranga) e; na área da saúde e saneamento (com a despoluição do rio Gravataí, através do tratamento 70% do esgoto das casas dos municípios de Gravataí, Cachoeirinha, Canoas, Viamão e Alvorada);
11. O governo Yeda foi quem voltou a pagar precatórios, que foram suspensos pelo governo Olivio Dutra, do PT. Também nunca se pagou tantas RPV’s. Foram mais de 50.000 beneficiados. Nos quatro anos deste governo, o valor chega a R$ 1 bilhão. No orçamento de 2011, estão previstos somente com precatórios o equivalente a 1,5% da receita do Estado, em torno de R$ 330 milhões. No total, R$ 500 milhões;
12. Pela primeira vez (desde 2007), o Estado do RS está cumprindo com todas as metas do Programa de Reestruturação Fiscal, exigidas pelo Governo Federal;
13. Em 2008, desde a edição da Lei de Responsabilidade Fiscal, em maio de 2000, o Estado enquadrou-se pela primeira vez no limite de endividamento de sua dívida consolidada em relação à receita corrente líquida;
14. Na área da receita, o Estado aumentou sua performance fiscal de arrecadação, diminuindo a sonegação fiscal, com novas ferramentas de gestão, como a nota fiscal eletrônica, a substituição tributária, a fiscalização e o gerenciamento matricial da receita;
15. Na área da despesa, o Estado diminuiu gastos com a manutenção e custeio da máquina pública, através de medidas de racionalização, “fazendo mais com menos”. Com as contas em dia, os fornecedores voltaram a vender ao Estado, aumentando a concorrência, com a diminuição dos preços praticados. Muitos produtos são comprados pela metade do que se pagava a cinco anos atrás, quando ninguém queria vender porque o Estado pagava após um ano, cobrando altos ágios;
16. Desde 2008, o Estado paga o 13º salário em dia e com recursos próprios. Isso não acontecia há mais de 10 anos;
17. Com as contas em dia, não se paga mais juros com atrasos a fornecedores e com o 13º salário;
18. Com as contas em dia, o Estado é visto como aliado ao investimento privado. Entre 2007 e 2010, as grandes empresas aqui instaladas investiram em torno de R$ 60 bilhões na economia gaúcha;
19. O governo do Estado devolveu o simples gaúcho, muito mais vantajoso que o simples nacional, dando incentivos para as micros e pequenas empresas mais de R$ 300 milhões anuais;
20. Através do FUNDOPEM e do COMPET, o Estado dá incentivos para as empresas criarem novos empregos, principalmente para as regiões mais deprimidas do Estado;
21. A metade-sul do Estado, com os incentivos às indústrias florestais e de construção naval, a região revive tempos de pleno emprego e de desenvolvimento;
22. Após quatro super-safras no governo Yeda, a agricultura do RS está aumentando a produtividade com melhor sistema de irrigação, através da construção de barragens e cisternas, amenizando os períodos de estiagem sem perda da produção;
23. O setor leiteiro do Estado avança para ser o maior pólo produtor do Brasil;
24. O PIB do RS já está acima da média do brasileiro – PIB Brasil 8,9 / PIB RS 10,3;
25. O Rio Grande do Sul é o Estado com a menor taxa de desemprego do Brasil, sendo esta a menor da história do Estado;
26. No RS está instalada a primeira planta de plástico verde do mundo, que é sustentável no meio ambiente, a partir do eteno da cana de açúcar;
27. O governo Yeda foi quem fez o maior investimento em estradas da história deste Estado, de R$ 1 bilhão somente em 2010;
28. A partir de 2008, o Estado não fez uso de nenhum centavo do caixa único. Aliás, fez depósito de R$ 100 milhões, nesse ano;
29. As principais empresas tiveram fortes lucros nos três primeiros anos do governo Yeda. A CEEE, que teve prejuízo em 2006, de R$ 32 milhões, saltou para um lucro de R$ 92 milhões, em 2008 e para R$ 2,3 bilhões, em 2009. O Banrisul, que em 2006, teve um lucro de R$ 362 milhões, em 2009, foi de R$ 541 milhões. A Corsan, teve um crescimento no lucro de 593%, comparado 2009 com 2006, na ordem de R$ 218 milhões. A Sulgás lucrou R$ 70 milhões em 2009;
30. Apesar de 2009 ter sido ano de forte crise internacional, que atingiu fortemente a economia brasileira e gaúcha, os projetos deste Estado não tiveram solução de continuidade. Com determinação, sustentou-se o mesmo nível de investimento do ano anterior, mantendo-se a máquina pública em plena capacidade produtiva.
