Prezados(as) Companheiros(as)
Comunicamos que nos dias 23, 26, 28 e 30 de dezembro de 2011, o PPS estará na TV e no rádio em inserções gratuitas, conforme legislação eleitoral.
Contamos com o prestígio de sua audiência.
Diretório Estadual do PPS/RS
Rua Pelotas, 280 – Cep: 90220-110
Bairro: Floresta - Porto Alegre/RS
Fone/fax: 51-32214444
Site: www.rs.pps.org.br E-mail: ppsrs@terra.com.br
sábado, 17 de dezembro de 2011
segunda-feira, 12 de dezembro de 2011
Janta PPS Canoas
Prezados Companheiros,
Pelo presente, temos o prazer de convidá-lo para o jantar de final de ano do PPS de Canoas, a ser realizado no dia 14 dezembro, às 20:30hs, no CTG Rancho Criolo, localizado na Av. Inconfidencia, com o custo de R$17,50 por pessoa. Solicitamos outrossim, a confirmação da presença, bem como o número de acompanhantes, até terça-feira.
Contamos com a presença de todos.
Celso Pitol
Presidente PPS canoas
Pelo presente, temos o prazer de convidá-lo para o jantar de final de ano do PPS de Canoas, a ser realizado no dia 14 dezembro, às 20:30hs, no CTG Rancho Criolo, localizado na Av. Inconfidencia, com o custo de R$17,50 por pessoa. Solicitamos outrossim, a confirmação da presença, bem como o número de acompanhantes, até terça-feira.
Contamos com a presença de todos.
Celso Pitol
Presidente PPS canoas
quarta-feira, 23 de novembro de 2011
PPS propõe implantação de transporte fluvial em Canoas

Excelentíssimo
Senhor
Jairo Jorge da Silva
Prefeito
de Canoas - RS
O Partido Popular Socialista (PPS) de
Canoas, por sua Comissão Executiva, vem mui respeitosamente à presença de Vossa
Excelência, trazer o estudo inicial para a “IMPLANTAÇÃO DE UM SISTEMA DE TRANSPORTE FLUVIAL NO MUNICIPIO DE CANOAS –
RS”.
APRESENTAÇÃO DO TEMA
Hoje nas médias e grandes cidades o
transporte público torna-se cada vez mais necessário no dia a dia de seus
moradores, uma vez que a circulação é uma necessidade física relacionada às
necessidades de produção e reprodução de grupos e classes sociais,
condicionadas por fatores sociais, econômicos, políticos e culturais.
O tema apresentado tem como intuito à
criação de um sistema de circulação, na procura de uma sociologia de transporte,
feita dentro de uma perspectiva mais ampla da sociologia do espaço, não em um
espaço geográfico “natural”, mas em um espaço produzido pelo o homem, um
“ambiente construído”.
O tema proposto é a IMPLANTAÇÃO
DE UM SISTEMA DE TRANSPORTE FLUVIAL NO MUNICIPIO DE CANOAS – RS, que
atenda a demanda das necessidades da produção e reprodução no município de
Canoas, e crie novas perspectivas para o turismo de maneira sustentável gerando
renda e atrativos para seus moradores.
1.
INTRODUÇÃO

O TRANSPORTE NO BRASIL
*USP - A Folha de S. Paulo - Ambiente
Brasil
Até a década de 1950, a economia brasileira
se fundava na exportação de produtos primários, e com isso o sistema de
transportes limitou-se aos transportes fluviais e ferroviários. Com a
aceleração do processo industrial na segunda metade do século XX, a política
para o setor concentrou os recursos no setor rodoviário, com prejuízo para as
ferrovias, especialmente na área da indústria pesada e extração mineral. Como
resultado, o setor rodoviário, o mais caro depois do aéreo, movimentava no
final do século mais de sessenta por cento das cargas.
As primeiras medidas concretas para a formação de um sistema de transportes no Brasil só foram estabelecidas em 1934. Desde a criação da primeira estrada de ferro até 1946 os esquemas viários de âmbito nacional foram montados tendo por base as ferrovias, complementados pelas vias fluviais e a malha rodoviária. Esses conceitos começaram a ser modificados a partir de então, especialmente pela profunda mudança que se operou na economia brasileira, e a ênfase passou para o setor rodoviário.
A crise econômica da década de 1980 e uma nova orientação política tiveram como conseqüência uma queda expressiva na destinação de verbas públicas para os transportes.
2.
MODAIS DE TRANSPORTE NO BRASIL
2.1. TRANSPORTE FERROVIÁRIO
A primeira estrada de ferro brasileira
foi inaugurada no Rio de Janeiro em 1854, com 14,5 km de extensão, unindo
a Baía de Guanabara ao sopé da Serra da Estrela, no caminho de Petrópolis.
Outras foram construídas posteriormente, no Nordeste e no planalto paulista,
estas impulsionadas pela cultura do café – provocando a ligação de Santos - São
Paulo-Jundiaí e a construção das linhas das Cias.
O setor ferroviário se desenvolveu de forma acelerada desde a inauguração da primeira estrada de ferro, até
Na década de
2.2.
TRANSPORTE RODOVIÁRIO
No Brasil, a extensa área, a disponibilidade hídrica, a longa faixa litorânea e os relevos pouco acidentados não impediram a adoção de uma política de transportes apoiada nas rodovias.
As estradas brasileiras tiveram sua
construção iniciada apenas no século XIX e as rodovias surgiram na década de
1920, primeiramente no Nordeste, em programas de combate às secas. Em 1928 foi
inaugurada a primeira rodovia pavimentada, do Rio de Janeiro - Petrópolis, hoje
rodovia Washington Luís.
A partir das décadas de 1940 e
A mudança da capital do Rio de Janeiro para Brasília levou à criação de um novo e ambicioso plano rodoviário para ligar a nova capital a todas as regiões do país. Entre as rodovias construídas a partir desse plano destacam-se a Brasília-Acre e a Belém-Brasília, que se estende por
Em 1973 passou a vigorar o Plano Nacional de Viação, que modificou e definiu o sistema rodoviário federal. Compõe-se o sistema federal das seguintes rodovias:
a) 8 rodovias radiais, com ponto inicial em Brasília e numeração iniciada por zero;
b) 14 rodovias longitudinais, no sentido norte-sul, com numeração iniciada em um;
c) 21 rodovias transversais, no sentido leste-oeste, com numeração iniciada em dois;
d) 29 rodovias diagonais, cuja numeração começa em três;
e) 78 rodovias de ligação entre cidades, com numeração iniciada em quatro.
Entre as rodovias mais modernas do Brasil estão a Presidente Castelo Branco,
que liga São Paulo à região
Centro-Oeste; a Torres-Osório, no Rio Grande do Sul; a Rio - Santos, que, como
parte da BR-101, percorre o litoral dos estados do Rio de Janeiro e São Paulo;
e a rodovia dos Imigrantes, de São Paulo a Santos.
As dificuldades econômicas do país a partir do final da década de 1970 causaram uma progressiva degradação da rede rodoviária. Na década de 1980, o crescimento acelerado deu lugar à estagnação. A perda de receitas, com a extinção, em 1988, do imposto sobre lubrificantes e combustíveis líquidos e do imposto sobre serviços de transporte rodoviário, impediu a ampliação da rede e sua manutenção. Como resultado, em fins do século XX a precária rede rodoviária respondia por 65% do transporte de cargas e 92% do de passageiros.
As dificuldades econômicas do país a partir do final da década de 1970 causaram uma progressiva degradação da rede rodoviária. Na década de 1980, o crescimento acelerado deu lugar à estagnação. A perda de receitas, com a extinção, em 1988, do imposto sobre lubrificantes e combustíveis líquidos e do imposto sobre serviços de transporte rodoviário, impediu a ampliação da rede e sua manutenção. Como resultado, em fins do século XX a precária rede rodoviária respondia por 65% do transporte de cargas e 92% do de passageiros.
Embora o sistema rodoviário, incrementado a partir da década de 60 com a expansão da indústria automobilística, seja oneroso (três vezes mais do que o ferroviário e nove vezes mais do que o fluvial, além de consumir 90% do diesel utilizado em transportes no país), responde por cerca de 60% da carga que circula no território. Como objetivou a integração inter-regional, seu desenvolvimento prejudicou a melhoria e a expansão dos transportes ferroviários e hidroviários.
2.3.
TRANSPORTE AÉREO
Implantado no Brasil em 1927, o
transporte aéreo é realizado por companhias particulares sob o controle do
Ministério da Aeronáutica no que diz respeito ao equipamento utilizado,
abertura de novas linhas etc. A rede brasileira, que cresceu muito até a década
de 1980, sofreu as conseqüências da crise mundial que afetou o setor nos
primeiros anos da década de 1990.
O transporte aeroviário é responsável
por 4% do movimento total de passageiros no Brasil. No segmento de carga, sua
participação é de 0,65%. A receita total do setor gira em torno de R$ 12
bilhões ao ano.
As companhias aéreas brasileiras transportaram em média 40 milhões de passageiros (29 milhões em vôos internos e 11 milhões em vôos internacionais), de acordo com o Departamento de Aviação Civil - DAC, com um acréscimo de 27,9% em relação ao ano anterior. Além disso, haviam 10.332 aeronaves registradas ativas e 2.014 aeroportos e aeródromos oficiais, sendo 1.299 privados e 715 públicos (dados de abril/2000).
Os principais centros do país em volume de passageiros transportados são pela ordem: São Paulo, Rio de Janeiro, Brasília, Belo Horizonte, Salvador, Recife, Porto Alegre, Curitiba, Fortaleza e Manaus. Em volume de cargas, destacam-se São Paulo (incluindo-se o aeroporto de Viracopos, em Campinas - o 1° do país em carga aérea), Rio de Janeiro, Manaus, Brasília e Belo Horizonte.
2.4. TRANSPORTE MARÍTIMO
Entre 1920 e 1945, com o florescimento da indústria de construção naval, houve um crescimento constante do transporte marítimo, mas a partir dessa época a navegação de cabotagem declinou de forma substancial e foi substituída pelo transporte rodoviário. Para reativar o setor, o Congresso aprovou em 1995 uma emenda constitucional que retirou dos navios de bandeira brasileira a reserva de mercado na exploração comercial da navegação de cabotagem e permitiu a participação de navios de bandeira estrangeira no transporte costeiro de cargas e passageiros.
Na realidade, o transporte multimodal é a melhor opção para o Brasil, pois a associação de vários sistemas de transporte e a criação de terminais rodoviários, ferroviários e hidroviários reduziria os fretes, aumentariam a
competitividade dos produtos e
permitiriam uma maior integração territorial.
Além dos corredores de transportes (Araguaia-Tocantins,
Leste, Fronteira Norte, MERCOSUL, Transmetropolitano, Nordeste, Oeste-Norte,
São Francisco, Sudoeste), é fundamental abrir um caminho em direção ao oceano
Pacífico (corredor bi oceânico) para atingir os grandes mercados da Ásia e do
Pacífico.
2.5.
TRANSPORTE HIDROVIÁRIO
Hoje, a navegação fluvial no Brasil
está numa posição inferior em relação aos outros sistemas de transportes. É o
sistema de menor participação no transporte de mercadoria no Brasil. Isto
ocorre devido a vários fatores. Muitos rios do Brasil são de planalto, por
exemplo, apresentando-se encachoeirados, portanto, dificultam a navegação. É o
caso dos rios Tietê, Paraná, Grande, São Francisco e outros. Outro motivo são
os rios de planície facilmente navegáveis (Amazonas e Paraguai), os quais
encontram-se afastados dos grandes centros econômicos do Brasil.
Nos últimos anos têm sido realizadas várias obras, com o intuito de tornar os rios brasileiros navegáveis. Eclusas são construídas para superar as diferenças de nível das águas nas barragens das usinas hidrelétricas. É o caso da eclusa de Barra Bonita no rio Tietê e da eclusa de Jupiá no rio Paraná, já prontas.
Existe também um projeto de ligação da Bacia Amazônica à Bacia do Paraná. É a hidrovia de Contorno, que permitirá a ligação da região Norte do Brasil às regiões Centro-Oeste, Sudeste e Sul, caso implantado. O seu significado econômico e social é de grande importância, pois permitirá um transporte de baixo custo.
O Porto de Manaus, situado à margem esquerda do rio Negro, é o porto fluvial
de maior movimento do Brasil e com
melhor infra-estrutura. Outro porto fluvial relevante é o de Corumbá, no rio
Paraguai, por onde é escoado o minério de manganês extraído de uma área próxima
da cidade de Corumbá.
O Brasil tem mais de 4 mil quilômetros de costa atlântica navegável e milhares de quilômetros de rios. Apesar de boa parte dos rios navegáveis estarem na Amazônia, o transporte nessa região não tem grande importância econômica, por não haver nessa parte do País mercados produtores e consumidores de peso.
Os trechos hidroviários mais importantes, do ponto de vista econômico, encontram-se no Sudeste e no Sul do País. O pleno aproveitamento de outras vias navegáveis depende da construção de eclusas, pequenas obras de dragagem e, principalmente, de portos que possibilitem a integração intermodal. Entre as principais hidrovias brasileiras, destacam-se duas: Hidrovia Tietê-Paraná e a Hidrovia Taguari- Guaíba.
2.5.1.
Principais hidrovias
Hidrovia Araguaia-Tocantins - A Bacia do Tocantins é a maior bacia localizada inteiramente no Brasil. Durante as cheias, seu principal rio, o Tocantins, é navegável numa extensão de
Hidrovia São Francisco - Entre a Serra da Canastra, onde nasce, em Minas Gerais, e sua foz, na divisa de Sergipe e Alagoas, o "Velho Chico", como é conhecida o maior rio situado inteiramente em território brasileiro, é o grande fornecedor de água da região semi-árida do Nordeste. Seu principal trecho
navegável situa-se entre as cidades de
Pirapora, em Minas Gerais, e Juazeiro, na Bahia, num trecho de 1.300 quilômetros .
Nele estão instaladas as usinas hidrelétricas de Paulo Afonso e Sobradinho, na
Bahia; Moxotó, em Alagoas; e Três Marias, em Minas Gerais. Os principais
projetos em execução ao longo do rio visam melhorar a navegabilidade e permitir
a navegação noturna.
Hidrovia da Madeira - O rio Madeira é um dos principais afluentes da margem direita do Amazonas. A hidrovia, com as novas obras realizadas para permitir a navegação noturna, está em operação desde abril de 1997. As obras ainda em andamento visam baratear o escoamento de grãos no Norte e no Centro-oeste.
Hidrovia Tietê-Paraná - Esta via possui enorme importância econômica por permitir o transporte de grãos e outras mercadorias de três estados: Mato Grosso do Sul, Paraná e São Paulo. Ela possui
Taquari - Guaíba - Com
A utilização dos rios como via de
transporte/navegação sempre foi presente na história da humanidade. Em países desenvolvidos,
onde a rede de transporte terrestre é extremamente desenvolvida, as hidrovias
ainda assim são de fundamental importância. Desse modo, as hidrovias desses
países são
modernas, o que torna esse meio de
transporte eficiente, incluindo ainda as evoluções nas embarcações fluviais,
tendo em vista que no passado eram movidas a vapor, mais tarde passaram a usar
o óleo diesel como combustível, o que permitiu aumento na velocidade.
Uma característica positiva desse meio de transporte é o baixo custo, por essa razão o transporte ferroviário não substituiu o hidroviário, com exceção dos lugares impróprios para a implantação de hidrovias.
O transporte hidroviário é econômico,
além disso, é menos poluente, pode ser usado como alternativo ou, até mesmo,
substituir o transporte rodoviário.
Porém, não basta somente querer implantar uma hidrovia, existem fatores que impedem, em alguns casos, sua instalação. Um dos principais problemas está ligado à irregularidade da superfície (topografia), que deve ser plana, pois se o terreno for acidentado, a implantação da hidrovia torna-se inviável.
Atualmente, até mesmo em lugares de planaltos é possível navegar a partir da aplicação de tecnologias. Para que a navegação fluvial se desenvolva eficientemente é preciso levar em conta aspectos de caráter natural, como os períodos de cheias e as vazantes dos rios, ambas relacionadas ao volume de água que sofrem variações e que interferem na navegação.
Porém, não basta somente querer implantar uma hidrovia, existem fatores que impedem, em alguns casos, sua instalação. Um dos principais problemas está ligado à irregularidade da superfície (topografia), que deve ser plana, pois se o terreno for acidentado, a implantação da hidrovia torna-se inviável.
Atualmente, até mesmo em lugares de planaltos é possível navegar a partir da aplicação de tecnologias. Para que a navegação fluvial se desenvolva eficientemente é preciso levar em conta aspectos de caráter natural, como os períodos de cheias e as vazantes dos rios, ambas relacionadas ao volume de água que sofrem variações e que interferem na navegação.
Diante dos constantes transtornos
ocasionados pelo alto fluxo de veículos em nossa BR 116, pela má qualidade de
nossas estradas e dos serviços públicos de transporte, faz-se necessário o
estudo do modelo de transporte fluvial, como alternativa ecologicamente
correta, barata e que tende a auxiliar no desafogo de nossas rodovias. Alguns
exemplos de travessias já realizadas hoje:
Bacia Sudeste:
|
Hidrovia
|
Travessia
|
Município
|
Operador
|
|
Lagoa
dos Patos
|
Rio
Grande – S.J.N. (Passageiros)
|
Rio
Grande - São José do Norte
|
Navegação
Cais Muratta Ltda.,Transnorte Transp. Aquaviário Ltda.,Röig & Cia. Ltda.,
Transp. Hidrov. Grande Norte Ltda.
|
|
Lagoa
dos Patos
|
Rio
Grande – S.J.N. (Veículos–Centro/Barra)
|
Rio
Grande - São José do Norte
|
F.
Andreis & Cia. Ltda.
|
|
Lagoa
Mirim
|
Canal
de São Gonçalo
|
Arroio
Grande - Rio Grande
|
Mário
de Castro
|
|
Rio
da Prata
|
Rio
da Prata
|
Nova
Roma do Sul - Veranópolis
|
Prefeitura
de Nova Roma do Sul
|
|
Rio
das Antas
|
Antas
|
Nova
Pádua - Nova Roma do Sul
|
Prefeitura
de Nova Roma do Sul
|
|
Rio
Forqueta
|
Picada
Vinagre
|
Marques
de Souza - Travesseiro
|
Koch,
Stach & Cia. Ltda.
|
|
Rio
Jacuí
|
Jacuí
- Barragem de Ernestina
|
Ernestina
- Nicolau Vergueiro
|
Wanderley
Blanck
|
|
Rio
Jacuí
|
Passo
do Jacuí
|
Cachoeira
do Sul - Restinga Seca
|
Astor
João Kruge (75%) e Luiz Carlos da Silva (25%)
|
|
Rio
Jacuí
|
Passo
do Jacuí (passageiros)
|
São
Jerônimo - Triunfo
|
Navegação
Bom Jesus Ltda.
|
|
Rio
Jacuí
|
Passo
do Jacuí (veículos)
|
São
Jerônimo - Triunfo
|
Transportadora
Inácio Ltda.
|
|
Rio
Jacuí
|
Passo
do São Lourenço
|
Cachoeira
do Sul - São Sepé
|
Irmãos
Simon & Cia. Ltda.
|
|
Rio
Taquari
|
Barreto
|
Triunfo
- General Câmara
|
Amaro
Castro dos Santos
|
|
Rio
Taquari
|
Passo
de Estrela
|
Estrela
- Cruzeiro do Sul
|
Norival
Martins
|
|
Rio
Taquari
|
Passo
do Taquari
|
Taquari
- General Câmara
|
Adroaldo
da Silva Couto
|
Bacia
Rio Uruguai
|
Hidrovia
|
Travessia
|
Município
|
Operador
|
|
Rio
Apuaê
|
Guabiroba
|
Centenário
- São João da Urtiga
|
Idair
Domingos Crezzana
|
|
Rio
da Várzea
|
Castelinho
|
Frederico
Westphalen - Ametista do Sul
|
João
Vendrúsculo
|
|
Rio
da Várzea
|
Linha
Nova
|
Rodeio
Bonito - Liberato Salzano
|
Elendor
Jandrey
|
|
Rio
da Várzea
|
Via
Barca
|
Liberato
Salzano - Cerro Grande
|
Jair
Dalla Corte
|
|
Rio
Ibicuí
|
Mariano
Pinto (Valdemar Borges)
|
Itaqui
- Alegrete
|
Assoc.
Desenv. Sócio-Econômico de Mariano Pinto e Rincão Chácaras
|
|
Rio
Ibicuí
|
Passo
do Silvestre
|
Itaqui
- Alegrete
|
Pedro
Zelinski & Cia. Ltda.
|
|
Rio
Ijuí
|
Barca
dos Castelhanos
|
Vitória
das Missões - Santo Ângelo
|
Aristides
Machado da Silva – PF
|
|
Rio
Ijuí
|
Barra
do Ijuí
|
Roque
Gonzales - Pirapó
|
Odil
Rodrigues da Silveira
|
|
Rio
Ijuí
|
Passo
da Cachoeira
|
Entre
Ijuís - Santo Ângelo
|
Ademar
Prestes de Lima – PF
|
|
Rio
Ijuí
|
Passo
do Bender
|
Vitória
das Missões - Santo Ângelo
|
Arlindo
Bender – PF
|
|
Rio
Ijuí
|
Passo
do Fava
|
Entre
Ijuís - Santo Ângelo
|
Em
processo de desativação
|
|
Rio
Ijuí
|
Passo
do Faxinal
|
Salvador
das Missões – Rolador - São Luiz Gonzaga
|
Vitório
Francisco Clerici
|
|
Rio
Ijuí
|
Passo
do Flach
|
Roque
Gonzales - Pirapó
|
Navegação
Pirapó Ltda. (Roque Troian)
|
|
Rio
Ijuí
|
Passo
do Pires
|
Cerro
Largo – Mato Queimado - Caibaté
|
Nelmo
Antunes de Almeida
|
|
Rio
Ijuí
|
Passo
do Sabiá
|
Santo
Ângelo - Vitória das Missões
|
Orlando
Bonini – PF
|
|
Rio
Ijuí
|
Passo
do Valença
|
Santo
Ângelo - Entre Ijuís
|
Pedro
Trindade dos Santos – PF
|
|
Rio
Ijuí
|
Passo
do Zimpel
|
Santo
Ângelo – Entre Ijuís - Vitória das Missões
|
José
Antunes – PF
|
|
Rio
Ijuí
|
Passo
dos Maias
|
Santo
Ângelo - Entre Ijuís
|
Rubem
Alles – PF
|
|
Rio
Ijuí
|
Passo
dos Viola
|
Guarani
das Missões - Caibaté
|
Vitório
Francisco Clerici
|
|
Rio
Ijuí
|
Passo
Novo
|
São
Pedro do Butiá – Rolador - São Luiz Gonzaga
|
Aristides
Scherf
|
|
Rio
Ijuí
|
Passo
São João
|
Roque
Gonzales - 16 de Novembro
|
Miguel
Morais Ribeiro
|
|
Rio
Itú
|
Passo
da Cachoeira
|
Itaqui
- Manoel Viana
|
José
Mário dos Santos – Transportes ME
|
|
Rio
Passo Fundo
|
Linha
Carajá - Passo Campinas
|
Ronda
Alta - Campinas do Sul
|
Balsa
Ronda Alta – Campinas Ltda.
|
|
Rio
Piratinim
|
Passo
dos Crentes
|
São
Nicolau - Garruchos
|
Cilon
Nascimento da Rosa – PF
|
|
Rio
Piratinim
|
Rincão
do Conde
|
São
Nicolau - Sto Antônio das Missões
|
Noel
Ferreira– PF
|
|
Rio
Piratinim
|
Rincão
do Sarmento
|
São
Nicolau - Sto.Antônio das Missões-Garruchos
|
Vanderlei
Robalo da Silva - PF
|
|
Rio
Toropi
|
Passo
de Clara
|
Mata
- São Pedro do Sul
|
Clara
Transporte Fluvial Ltda.
|
|
|
|||
|
|
Fonte: Superintendência de Portos e Hidrovias RS
3. SISTEMA
DE TRANSPORTE FLUVIAL NO MUNICIPIO DE CANOAS
3.1.
MUNICÍPIO DE CANOAS
Canoas localiza-se na região
metropolitana de Porto Alegre - Capital do Rio Grande do Sul - destaca-se no
cenário gaúcho graças ao seu grande desenvolvimento empresarial, ao crescimento
do seu pólo industrial, e também por ser um pujante centro comercial da região
metropolitana.
O crescimento de Canoas é atribuído ao
espírito empreendedor da sua população, constituída não só por pessoas que aqui
nasceram, mas também por muitos que aqui se instalaram atraídos pela
proximidade com a capital e também por estar estrategicamente localizada entre
a região serrana e o litoral, além da sua proximidade com o pólo petroquímico
de Triunfo, sendo servida pelas mais importantes vias rodoviárias do Estado,
com destaque para as BR - 116, BR - 386
e BR - 290.

Mapa de Canoas. Fonte: SMPU, 2004.
O parque industrial instalado em
Canoas conta com o suporte de um moderno complexo de empresas prestadoras de
serviços, estruturadas a fim de atender a demanda cada vez mais crescente.
Seguindo a esteira do desenvolvimento o setor comercial, constituído por
grandes redes varejistas, centros comerciais e shopping center, além de
inúmeros estabelecimentos de pequeno e médio porte, vem acompanhando as
tendências da globalização, unindo comércio e lazer.
3.2.
PROPOSTAS PLANO DE GOVERNO – 2008
Uma
cidade para morar e ser feliz
A principal preocupação de uma Prefeitura deve ser o bem
estar dos moradores da cidade. Tudo o que for feito deve se subordinar a esse
pressuposto. Por isso, nosso
plano de desenvolvimento urbano vai contemplar um conjunto
de princípios acumulados nas mais bem sucedidas experiências de gestão nessa
área, objetivando democratizar o espaço público e criar uma nova cidade voltada
para o bem viver de seus cidadãos.
Nossa
idéia de planejamento, portanto, parte do cidadão e, estará pautada pelas
seguintes diretrizes:
·
Sustentabilidade, de forma que as necessidades do presente não comprometam as
necessidades do futuro;
·
Uso de tecnologias limpas, através de técnicas e materiais que garantam qualidade
ambiental, reduzindo a poluição e recuperando espaços degradados;
Habitação,
saneamento e meio ambiente
Esses
três setores são partes importantíssimas do desenvolvimento urbano da cidade.
Habitação de qualidade não quer dizer apenas casa em condições de
habitabilidade, mas um conjunto de condições fundamentais para a vida das
pessoas. Por isso, é preciso implementar políticas púbicas que trate
conjuntamente esses temas, que se complementam e são interdependentes quando se
pensa em dar qualidade de vida para os moradores de uma cidade. É por isso, que
o governo do BOM vai:
Implantar o Parque Municipal
Eco-sustentável Delta do Jacuí, com o objetivo de explorar o potencial
turístico da praia do Paquetá, gerando renda para a proteção ambiental;
Implantar as Linhas Verdes,
interligando os Parques existentes através de ciclovias;
Projeção
estratégica de Canoas
Canoas ocupa um lugar importantíssimo para a produção e o comércio no
eixo mais dinâmico da economia gaúcha. Por isso, tem vantagens comparativas que
precisam ser potencializadas. Com base nessa compreensão, o governo do BOM vai:
Organizar Consórcios
Metropolitanos, para a viabilização de investimentos em obras que
qualifiquem as condições produtivas;
Instalar o Parque Eco-turístico do
Delta do Jacuí e da Praia do Paquetá, com uma estação de monitoramento da
fauna e da flora, a fim de criar um parque de turismo sustentável em parceria
com os empreendedores locais, com grande capacidade de geração de emprego e
renda para a população;
3.3.
TRANSPORTE FLUVIAL – TERMINAL PRAIA DO PAQUETA
Recentemente, tivemos o exemplo
através do transporte fluvial que será realizado entre os municípios de Porto
Alegre e Guaíba. E sendo Canoas, banhada pelos rios Sinos e Gravataí, sugerimos
o estudo e se possível e tecnicamente viável a IMPLANTAÇÃO DE UM SISTEMA DE
TRANSPORTE FLUVIAL EM CANOAS – RS.
O desenvolvimento deste sistema modal
de transporte trará muitos benefícios para o município de canoas e seus habitantes
sejam eles nos deslocamentos diários para os municípios banhados pelo Delta do
Jacuí, ou um grande atrativo turístico.
Mas o maior mérito será da iniciativa
em buscar novos parâmetros sustentáveis nas suas políticas inovando na gestão
pública com audácia, respeito ao meio ambiente, criando um novo conceito de
transporte integrando agilidade, praticidade, turismo, visão ambiental e nova
pratica sustentável preservando e respeitando as novas gerações de canoenses.
Atenciosamente.
Celso
Pitol
Presidente
Municipal
Partido
Popular Socialista-PPS
segunda-feira, 21 de novembro de 2011
2014: PPS para presidente já!
Por: Raul Jungmann
Raul Jungmann *
Partidos existem para reunir forças sociais, políticas e econômicas, visando assumir o poder e, lá chegando, tocar o seu programa.
Nós, do PPS, estamos longe disso e temos pela frente dois caminhos. Um, para reverter essa situação; outro, para seguirmos paralisados.
O segundo é o de continuarmos como sócios menores do projeto nacional do PSDB, sem sermos ouvidos ou considerados para quase nada. O outro, para sairmos da paralisia, é o de retomarmos nossa caminhada de 1989, 1998 e 2002, rumo a um projeto autônomo e próprio de poder.
Da minha parte, fico com a segunda opção pelos motivos a seguir expostos, iniciando pelos resultados dos pleitos recentes.
Em 1998 tivemos 870 mil votos, entre nominais e de legenda, para o Congresso Nacional. Em 2002, foram 2.648 milhões, o triplo da votação anterior, que se tornarão 3.535 milhões em 2006, para refluírem a 2.536 mi em 2010, numa queda de 28% dos votos apurados.
O que explica esse sobe e desce no período em questão? Simples: em 98 e 2002 tivemos candidato a presidente da República, angariando apoios e conquistando lideranças regionais Brasil afora.
Já o nosso crescimento em 2006, mesmo não disputando, se dá pela colheita dos votos das estruturas estaduais que, atraídas pelo nosso projeto presidencial, permaneceram conosco por algum tempo após deixarmos o governo Lula, no fim de 2004.
Fruto disso, nossa bancada federal, de apenas 3 membros em 98, salta para 22 em 2006, para regredir a 12 em 2010.
Portanto, resta claro que o crescimento partidário, em âmbito nacional, associa-se à disputa pelo poder central e à expectativa daí derivada. Ergo, se queremos de fato expandir as nossas forças, temos que nos preparar para a disputa de 2014 desde já.
Os argumentos contrários a essa afirmação são basicamente dois. Vejamos quais são eles.
O primeiro, parte da nossa fragilidade, nossa módica representação e estrutura, para negar a razoabilidade de entrarmos numa disputa dessas. Ao que perguntamos: acaso em 89 com Roberto Freire em 98 e 2002 com Ciro Gomes éramos grandes ou tínhamos a dimensão e o tamanho que temos hoje? E o PV em 2010 com Marina? E qual foi o resultado, em termos eleitorais e partidários para ambos? Claramente positivo, ainda que, por diferentes (des)caminhos, tenhamos subseqüentemente malversado os ativos conquistados.
A verdade é que o sucesso ou fracasso político em uma disputa presidencial não resulta exclusivamente do tamanho de quem a postula. Mas sim de outros fatores como consistência, articulação, ousadia e originalidade. E isso, creio eu, nós temos bastante para oferecer.
A segunda das questões contrapostas, remete às nossas caras tradições aliancistas. Desde sempre atuamos em frentes políticas, seja no dia a dia da política, seja nas disputas eleitorais.
Saindo sozinhos, afirmam os contrários, nos isolaremos e deixaremos para trás o nosso papel de demiurgos de coalizões políticas que permitiram avanços democráticos e sociais históricos.
Como exemplo, cita-se a anistia, constituinte, diretas já, etc. Por essa ótica, fomos nós os grandes articuladores, quando não os formuladores, desses magnos momentos da nossa história política. O que não nos garantiu, a posteriori, um lugar ou espaço condizentes com nossa contribuição e esforço.
Ao contrário, alguns que pouco fizeram, ou mesmo foram contrários, estão muito bem, vide o PT. Enquanto nós, plenos de nobreza, intenções e generosidade, quais mendigos barrados do baile, narramos nossas glórias na calçada da amargura...
Aliás, sempre que ouço nossos líderes recitarem que não se pode contar a história do nosso país sem referir-se aos nossos feitos, da industrialização ao retorno a democracia, pergunto-me: por que nunca conseguimos surfar nos nossos sucessos ou deles tirar proveito para sermos grandes?...
Ter candidato próprio a presidente da República não significa deixar o campo da oposição ao qual pertencemos. Tão pouco romper a unidade e as alianças políticas que temos, seja com o PSDB ou com o DEM.
Ter candidato próprio significa competirmos eleitoralmente com nossos aliados e adversários para melhorarmos nossa posição relativa, explorando todas as possibilidades que a oportunidade do pleito nacionalmente nos oferece. E sem contra indicações.
Em 2006, quando ensaiamos uma candidatura presidencial, tínhamos contra nós a verticalização. Esta poderia comprometer a formação de bancadas federais e estaduais. Daí a enorme resistência encontrada por Roberto Freire ao seu projeto de disputar o poder central. Agora não: Inexistem verticalização e riscos para nossa representação parlamentar.
Ao contrário, a candidatura presidencial deverá atuar como motor dos nossos candidatos ao parlamento. Além do que, disputado em dois turnos, o pleito de 2014 nos oferecerá a chance de, num provável segundo turno, nos agregarmos a um dos projetos em disputa e com o qual maior seja nossa identificação, em caso de insucesso nosso na primeira volta. Portanto, não temos nada a perder e tudo a ganhar.
Dentre os ganhos, o maior de todos será a afirmação e massificação da nossa identidade partidária e projeto para o país. Não por acaso, as teses do XVII Congresso Nacional destacam a indistinção com que somos percebidos pela opinião pública e eleitorado, como nossa maior debilidade. Isto é, nos faz falta uma “face”, uma marca que nos distinga dos demais partidos.
Daí se deduz que só a participação reiterada em todos os pleitos possíveis, em especial o presidencial, é o mais poderoso antídoto que temos ao nosso dispor para superarmos esse problema.
Inversamente, secundarmos o projeto do PSDB já no primeiro turno nos negará essa conquista em troca de parcos ganhos.
A verdade é que não somos considerados, sequer respeitados, pelos tucanos. Exemplo disso é de que foi com o DEM que eles constituíram uma comissão eleitoral nacional para dividir as capitais e cidades de grande e médio porte entre si. Mas esse é apenas um exemplo do desdém que nos vota o PSDB.
Mais importante é assinalar que nem tucanos nem demistas estão aptos a concluir a transição para uma plena democracia, realizar as reformas que são necessárias, inclusive a do Estado, e a universalização de serviços da saúde e educação com qualidade.
Pergunto: alguém mais que se dispõe a romper radicalmente com o predomínio da corrupção sobre a política, que vemos pipocar diariamente na forma de escândalos recorrentes?
Quem pode propor isso em sua amplitude, urgência e responsabilidade para com a nação somos nós.
Sem dúvida, o nosso desafio imediato é a disputa de 2012. Entretanto, é agora que tomaremos ou não a decisão de disputarmos 2014 ou será tarde demais. Lembrando que faz toda a diferença entrarmos na disputa de prefeituras e câmaras municipais em nome de projetos locais de poder ou em nome de um projeto nacional próprio.
Pressinto que há espaço para nos colocarmos nacionalmente e sermos ouvidos. Ainda que 2014 não nos reserve a vitória, nosso compromisso com o Brasil nos obriga a nos dirigirmos aos brasileiros com uma programa de reformas indelegável.
Adiante, talvez em 2018, colheremos a semente plantada pelo nosso gesto, ousadia e compromisso. E é no nosso XVII Congresso Nacional que se dará o momento e a oportunidade da sua semeadura.
Raul Jungmann é presidente do PPS em Pernambuco. Foi ministro do Desenvolvimento Agrário e deputado federal.
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